quinta-feira, 30 de abril de 2009

Até ao meu regresso :-)

Desejo a todas as minhas amigas e amigos que me visitam habitualmente, umas boas férias de mim :-)
Vou dar um descanso a todos durante dezassete dias :-)

Eu antes pelo contrario espero cansar-me bastante em belas caminhadas, pela natureza, pelo meio do betão em bons museus e shopings para contrabalançar com as belas maratonas de comer e beber sem ter que cozinhar nienteeee que já prevejo :-)

Tirar um montão de fotografias para mais tarde recordar ( se conseguir regressar com a minha maquinha e os cartões hehehe)

A balança depois ditará o veredito :-)




Bom mas o que eu espero mesmo é passar uns dias maravilhosos por estes cantinhos
Até ao meu regresso

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Ovos verdes - Dia verde

Esta vai ser a minha contribuição para o dia Verde, ainda que toda esta semana tenha tido uma grande componente verde.


Estes ovos de verde quase só têm o nome, mas é uma coisa que tenho na minha caixinha de memórias, porque era um petisco que a minha mãe fazia quando eu era pequena, depois não sei porquê deixou de fazer e eu nunca tinha feito cá em minha casa, ainda que goste bastante, há coisas que não tem uma explicação logica!!
Ainda bem que a Mary se lembrou destes dias coloridos para eu ficar a matutar na côr que gosto menos e me lembrar destes ovinhos que gosto tanto.


A receita é não tem nada de especial mas resulta muito bem e pode servir para várias ocasiões, tanto como entrada ou prato principal e até como petisco em festas.


Os ingredientes


Ovos
Salsa
Vinagre
Sal e pimenta a gosto.
Cozer os ovos e deixar arrefecer.


Partir os ovos ao meio e retirar a gema para um prato, amassar bem com um garfo e juntar um bom molho de salsa bem picadinha.

Temperar com sal e pimenta a gosto e juntar bastante vinagre, para quem gosta, se não juntar menos.

Voltar a encher os ovos


Passar por um ovo cru inteiro batido e levar ao lume a fritar, são apenas uns segundos de cada lado até o ovo cru fritar.


As aplicações são muitas, eu servi como refeição principal, com uma saladinha de alface frisada, cortada como se fossa para caldo verde, com delicias do mar lascadas e maçã cortada aos pedacinhos, fica bem com ananás também, mas eu não tinha.

Parece uma comidinha dietética não parece!!!!! mas se disser que no fim é tudo regado com maionese!!!!! que tal??

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Bacalhau com broa

Este é um bacalhau com broa diferente do que é habitual, uma das mil e uma receitas do famoso peixe.


Para o puré
5 batatas médias
2 colheres de sopa de manteiga
Leite q.b.
Sal e noz moscada a gosto

Para o recheio
2 postas de bacalhau
1 cebola grande
3 dentes de alho
Azeite

Para a cobertura
1/4 de uma broa
Salsa
Azeite

Primeiro fazer o puré, eu fiz mesmo á moda antiga, sem purés de pacote nem congelados.
Cozi as batatas e triturei com o passe-vite e depois levei ao lume com o leite e a manteiga, temperado com o sal e uma pitada de nós moscada.

O recheio é o mesmo que se usa para um milhão de bacalhaus, refogar a cebola e os alhos no azeite e juntar o bacalhau que levou uma fervura e ao qual se retirou as espinhas e as peles.


Para a cobertura é só moer a broa na picadora 123 ( eu meti a codea e tudo) e no ultimo pedaço de broa que se moer, juntar um bom raminho de salsa, picar tudo junto e envolver com a restante broa para ficar uniforme.




Depois é só meter o puré no fundo do pirex e espalhar em cima o refogado do bacalhau e cobrir com a broa.

Vai ao forno a dourar um bocadinho a broa sem deixar torrar como eu fiz nesta vez, é o que dá misturar máquinas fotográficas com picadoras e outros electrodomésticos menos artísticos.

domingo, 26 de abril de 2009

Favas estufadas

Aqui em casa a comida segue certas tendencias habitualmente é como a moda, em época de favas tem sido favas com tudo, porque a produção lá na quinta tem estado em alta.


Este ano por acaso, como quase todas as descobertas importantes, e por calcular que nos tempos mais breves não poderia ir á quinta, o marido apanhou as favas todas ainda pequenas ao contrarios dos outros anos e o grão como mostrei no esparregado de favas estava ainda de tamanho médio e sem o risco preto e isto traduziu-se em quê??!! umas favas tão tenrrinhas e macias que pareciam veludo.


Para variar resolvi fazer favas estufadas com bacon e carne de porco.


1 cebola grande
3 dentes de alho
1/2 copo de polpa de tomate com alho e cebola
100 gr de Bacon
Carne de porco (rojões e carne entremeada)
Grão de favas q.b.
1/2 Linguiça
1 copo de vinho branco
Folha de louro
Raminho de salsa
Azeite e sal q.b.

Fiz um refogado com azeite, a cebola e o alho picado e o louro.
Juntei-lhe o bacon, a linguiça partida aos bocadinhos e carne de porco. Deixei cozinhar um bocadinho.

Juntei o tomate e o vinho, a salsa e deixei apurar o molho.

No fim juntei as favas lavadas, sem me preocupar em escorrer muito e deixei cozinhar em lume brando tapado e sem mexer muito.


Juntar um bocadinho de água só se o molho secar.

Estas cozinharam muito rápido por causa de não serem muito grandes.

Fica bem com arroz branco a acompanhar, para ensopar o molho, mas eu não fiz desta vez.

sábado, 25 de abril de 2009

Esparregado de favas

A fátima do blog as comidas da preta, perguntou-me se favas e vagem é a mesma coisa e depois de ver que há uma certa dificuldade em as amigas brasileiras entenderem certos termos que se usam por cá resolvi colocar duas fotografias para explicar a diferença.
Esta é a vagem que no feijão é muito utilizado em sopa e noutras coisas, na fava não tenho conhecimento que seja muito utilizada por cá.


O grão da fava ao contrário é amplamente utilizado em pratos, bastante tipicos por cá.


Em casa da minha mãe as vagens sempre foram bastante utilizadas para esparregado, mas tem que se utilizar do tamanho que mostro aqui, ainda pequenas, quando ainda não têm grão e o interior é bastante esponjoso e a vagem ainda não é dura.

Para fazer o esparregado, como a minha mãe faz é preciso cortar as vagens como se fosse para sopa, bem fininho e levar a cozer.

Depois pica-se bastante alho e leva-se a dourar em azeite.

Junta-se as favas cozidas e mal escorridas, bastante vinagre e uma colher de sopa de farinha e mexe-se bem até a farinha estar cozinhada.


É optimo para acompanhar diversos pratos de carne peixe, arroz, batatas ou massa e para quando se quer uma coisa mais ligeira serve perfeitamente de prato principal com uma carne ou peixe grelhado só.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Massa com frango e uns miminhos e desafios

Esta massa não tem nenhum segredo e nada de novo, mas a mim traz-me algumas e boas recordações do tempo já longinquo, em que me casei e como muitas pessoas tive que ir trabalhar para longe do marido, porque não consegui colocação ao pé dele.

Como tantos outros casais só nos juntava-mos ao fim de semana e quando era a minha vez de vir a casa, ele ia-me buscar à rodoviária à sexta feira á noite e deixava o jantarinho sempre feito e durante dois anos que estivemos nessa situação, mais ou menos de quinze em quinze dias, penso que o menu era quase sempre o mesmo hehe nem sei como não enjoei :-)

E porque é que ele fazia esta massinha, porque era uma coisa que eu adorava, fácil de fazer e podia esperar enquanto ele me ia buscar - Massa com frango


terça-feira, 21 de abril de 2009

Espirais coloridas

Massa e massa, cá em casa comemos mais massa, do que tudo o resto somado :-) quando há dúvida do que fazer, ou não se descongelou nada com antecedência, ou quando há algo para aproveitar a alternativa costuma ser sempre a mesma, Massa :-)

Esta foi feita para aproveitar uns peitos de frango assado que tinham sobrado.

Com uns legumes daqueles pré cozinhados que é só por ao lume com um bocadinho de azeite, para aquecer e já está
neste caso
juntei um bom copinho de polpa de tomate daquela que me tem viciado ultimamente.

Juntei o franguito desfiado e deixei apurar um bocadinho.

As espirais são daquelas bem coloridas e que basta cozer em água e sal e também já está.

E o jantar está feito em mais ou menos 15 min, porque enquanto a massa se coze o resto também fica pronto.

domingo, 19 de abril de 2009

Manjar branco da Claudia

Este doce vi no blog da Claudia que tem para além de umas histórias fantásticas sempre a acompanhar as receitinhas, os melhores docinhos, bolinhos, bolachinhas e afins do planeta, se não tivesse tendência para diabetes na familia eu fazia todos e empanturrava-me de bolinhos todos os dias :-)


A minha receita não tem a história do manjar branco a acompanhar, mas quem quiser saber pode ir lêr lá. O que eu copiei foi a receita dela e é esta:

1 litro de leite
200 ml de leite de côco
100 gramas de côco ralado seco sem açúcar (usei o que se vende por aqui, nem sei se tem ou não açúcar).
6 colheres de sopa de amido de milho (usei Maizena, não sei se é o mesmo!!)
6 colheres de sopa açúcar

Dissolva o amido de milho peneirado numa chávena do leite e reserve.

Coloque o restante leite ao lume numa panela em lume brando com o açúcar, o leite de coco e o coco ralado misturando e mexendo para não agarrar ao fundo e não ganhar grumos.

Quando a mistura começar a ferver adicione a chávena de leite com a farinha e continue a mexer até engrossar e levantar fervura.

Quando ferver retire do fogo e distribua em tacinhas ou em forma molhados, esta técnica faz com que depois se desenforme bem, usa-se para os doces que levam muito amido e funciona 100%


Depois era suposto regar com uma calda de ameixas, mas como não tinha optei pela outra sugestão de regar só com calda de açúcar.


A receita desta calda passei, porque gostei deste truque que a Claudia explicou para fazer caramelo liquido, que não fica duro logo depois de arrefecer.

Calda de caramelo fina

1/2 chávena de açúcar
1/2 chávena de água + para amolecer o caramelo

Leve o açúcar e a água ao fogo médio numa panela tampada e deixe ferver até formar um caramelo não muito escuro, o meu ficou um bocadinho, porque não contei com o fundo térmico da panela e continuou a escurecer depois de retirar do lume.


Retire do fogo e adicione colheres de água fria e vá mexendo para o amolecer o caramelo. Adicione a água aos poucos e com muito cuidado pois a vai espirrar.

Se o caramelo com mais água não quiser amolecer e começar a empedrar leve o caramelo novamente ao fogo e deixe derreter novamente com o calor até incorporar a água acrescentada. Não deixe ferver para não endurecer novamente.

Continue adicionando colheres de chá de água até atingir a consistência de calda fina. Eventualmente a calda vai endurecer novamente e precisa ter uma certa paciência para conseguir achar o ponto da calda de caramelo fininha e fácil de servir fria.
Como duas meninas gostaram da forminha que usei eu editei a mensagem para a mostrar, tenho estas duas formas iguais, são de uma marca muito popular por cá a tuperware, exageradamente cara na minha opinião, mas tem coisas bonitas.
Estas formas para mim tem um senão, a grande é larga demais e fica uma coroa muito larga, é practica para encher o centro com alguma coisa, depois de desenformar. A pequenina é pequena demais, só leva meio litro, ou seja o tamanho de uma gelatina, mas são bonitas e a pequenina dá para fazer com buraco ou sem, porque tem uma tampina suplementar :-)

sábado, 18 de abril de 2009

Tortelloni de espinafres e queijo

Nunca tinha comido este tipo de massas recheadas cá em casa e resolvi comprar para experimentar.

Então depois de cozer a massa, achei que tinha um arzinho um bocadinho desolado e resolvi fazer um molhinho para alegrar o prato.

com

250 ml de leite quente
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sopa de farinha
3 colheres de sopa de polpa de tomate com alho e cebola
Meio cubo de knorr
e mais uns pózinhos de perlimpimpim e menos as natas!!!!

Fiz um molho bechamel colorido.
Meti a massa cozida num tabuleiro de ir ao forno e o molho por cima, polvilhado com queijo ralado, foi só a gratinar um bocadinho.
Acompanhado com uma saladinha ficou bom, mas não é para repetir, não sou muito fã destas coisas com recheio que eu não vi fazer, nem sei muito bem o que tem lá dentro!!!


quinta-feira, 16 de abril de 2009

Brasil aí vou eu :-)

Imagem retirada da net
Finalmente vou conhecer um pouco desse país que é quase um continente, o país da Bossa Nova, do Jorge Amado, do Caetano e da Bethania e de tantas outras coisas que imagino bonitas.

Esta é uma viagem há muito sonhada e só ainda não concretizada pela resistencia do marido a ir ao Rio de janeiro, mas para mim ir ao brasil sem ir ao Rio era pior que ir a roma e não ver o papa.

O roteiro já está definido e a viagem será dia 1 de Maio é isso faltam 15 dias!!!



Primeiro destino S. Paulo onde iremos ficar 3 dias com um amigo e depois iremos para o interior do estado para fazer uma visita á zona dele Araraquara e Ribeirão Preto, a ida a S. Paulo deve-se quase exclusivamente a estar com o nosso amigo, não que a cidade não tenha atributos concerteza válidos, mas é uma cidade que não me diz muito.

Segundo destino partindo de S. Paulo iremos passar por Paraty, Angra dos reis e terminaremos na BELA MARAVILHOSA cidade do Rio, foi um circuito que encontrei e que dá para conciliar a partida de S. Paulo, passando por dois sitios que tinha alguma vontade de conhecer também, principalmente Paraty.



Eu já nem durmo direito hehe "....olha que coisa mais linda....." já não me sai da cabeça e que ninguem diga .....que eu desafino amor.... hehehe



É uma viagem um nadinha diferente do que estamos habituados, porque tudo é pensado em função de, o que não devo levar, o que poderei fazer sozinha, o que terei que fazer acompanhada, enfim uma serie de preocupações com a bolsa e com a vida será que vou e volto!!! são duas cidades com uma fama pouco recomendável a nível de segurança, mas eu por mim penso que vai correr tudo bem :-)

Mas penso que vai tudo correr bem, principalmente com a preciosa ajuda que as minhas queridas amigas Neyma e Gina me têm dado, um contributo muito valioso, que para além dos seus conhecimentos da cidade do Rio, me têm indicado sites com muita informação, vamos lá ver se me consigo organizar ara tirar o máximo partido da estadia, que não será muito longa nesta cidade tão grande.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Queijo feta com tomates e manjericão - Dia vermelho



Estes desafios que a Mary imaginou estão o máximo, trazem-nos 15 dias presas á mesma ideia, como se de uma novela se tratasse e o mais engraçado é pensar que como eu andam montes de blogueiras a matutar no mesmo e o que nos iram trazer para nos surpreender com a cor da quinzena.


Esta quinzena a cor é uma das minhas favoritas, adoro vermelho e as comidinhas que consigo imaginar nessa cor também adoro.

A minha primeira tentação e o que em primeiro pensei foi morangos!! há alguma coisa melhor que uns morangos com natas!! ou uma bela mousse de morango!! pois consegui resistir e fiz antes uma entrada.


A receita é do meu amigo Luis que tem um blog de viagens, porque é um viajante quase de profissão, mas eu penso que ele teria bastante sucesso se tivesse também, um blog de culinária, porque é um belissimo cozinheiro.

Então a minha contribuição para o dia vermelho é uma entrada grega, como adorei a Grécia e a sua comida achei bem oportuno e o rei da cor é o tomate, uma receita muito simples, mas deliciosa para quem aprecia os ingredientes em causa de sabor bem forte.


250 gr de tomate cereja (usei chucha miniatura, porque não encontrei cereja vermelhinhos)
200 gr de queijo feta
1 raminho de manjericão
2/3 colheres de sopa de bom azeite

Parte-se os tomates ao meio e o queijo aos cubinhos



Coloca-se numa frigideira com tampa, o azeite os tomates, o queijo e umas folhinhas de manjericão.

Não necessita mais tempero nenhum, porque o queijo feta é um queijo de sabor muito forte.


Vai ao lume médio com a frigideira tapada, até fundir o queijo, abanando apenas a frigideira suavemente, para não queimar nada nem amassar tudo.




Servir com uma folhinha fresca de manjericão e pimenta moida na altura (eu passei esta parte)




E para sobremesa depois de uma entradinha destas, nada como uma coisinha bem simples os moranguitos só com uma pintinha de açúcar amarelo e umas gotinhas de limão!!!



segunda-feira, 13 de abril de 2009

Doce de chila

Este doce é uma verdadeira saga, já há muitos anos tentei faze-lo e fiquei com as unhas descarnadas por ter "descascado"a abobora á mão em cru, para não usar a faca, porque se diz confere sabor a peixe, usar metais para a cortar.


Este ano como me deram umas aboboras e vi nos blogs que para não se usar a faca, se coze a abobora com a casca e só no fim se separa a polpa da mesma resolvi experimentar de novo.


Conclusão vou escrever aqui, para me lembrar e para além disso já avisei o marido se algum dia me vir com uma abobora chila, me lembrar a saga que foi desta vez e para me proibir de o voltar a fazer!!!!!!!!!!!!


É que ainda por cima nem gosto muito do dito cujo e doces conventuais adoro mas fujo deles, porque sou descendente de familia de diabéticas!!!!! por isso é doce para nunca mais fazer!!! porque depois de passar um dia inteiro de volta dele o marido nem sei muito bem se foi para me gozar, quando entou na cozinha disse que lhe cheirava a sardinha!!!!!!!!!!!!!!!


O doce fiz a partir de uns resumos que eu própria cozinhei á minha maneira tirando umas dicas daqui e outras dali, porque não tenho paciencia para andar com coisas de molho de um dia para o outro.

Então depois de partir a abobora á cacetada no chão e de acordar a vizinhança toda, sim porque a saga começou bem cedo de manhã.

Depois de lhe retirar as "tripas" todas de cor amarelada, que dizem conferir mau sabor e as sementes, lavei-a muito bem em várias águas correntes até deixar de fazer espuma e deixei-a de molho em água por umas 3 horas, nos blogs que vi dizia de um dia para o outro!!

Depois meti a dita cuja a cozer com a casca e depois de cozida voltei a fazer a mesma operação de lavar bem e deixei de molho outra vez em água mais duas horas e escorri bem.

Depois fiz como os outros doces todos

Para

1 kg de polpa
800 gr de açúcar
2 pauzinhos de canela


Tudo ao lume até ganhar ponto que diga-se de passagem levou bastante tempo!!

O doce não ficou com mau aspecto, mas o sabor nem imagino, porque no fim do dia estava com uma neura que nem o provei!!!

E a neura não foi só pelo doce, foi porque como era muita polpa resolvi fazer estes pasteizinhos que a minha mãe faz e que adoro, mas que com tanta volta para não saber a peixe, ficaram uma verdadeira nódoa, para não dizer outra coisa e foram directos para o lixo, porque simplesmente não sabiam a nada.

Há dias em que não deviamos entrar na cozinha!!!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Folar de Páscoa




Quem diria que este folar é irmão gémeo deste da ameixinha, pois é mas podem acreditar que é mesmo, sairam foi gemeos falsos.


A receita foi exactamente, com excepção para a farinha que usei só farinha normal, enquanto que a ameixinha dizia ter usado 1/3 de farinha integral e o fermento usei de pacote.


Um pormenor que alterei foi na decoração eu fiz uns recortes em forma de crocodilo :-) em vez dos pacificos coelhinhos da páscoa e pincelei com gema de ovo.


A receitinha

1 dl de leite morno
100 g de manteiga amolecida
3 ovos
1 colher de chá de canela
1 colher de chá de erva doce
100 g de açúcar
600 g de farinha (podem usar 1/3 de farinha integral)
20 g de fermento fresco (usei meio pacotinho de fermento em pó vahiné)
1 colher de sopa de aguardente/brandy (usei aguardente caseira e ficou a saber um bocadito)


Meti os ingredientes todos na cuba da máquina de fazer pão começando pelos liquidos.



Seleccionei o programa massa, que apenas amassa e leveda.


No fim de terminar, retirei e amassei só mais um bocadinho e dei-lhe a forma redonda e meti no tabuleiro e deixei a levedar por mais 20 min.

No fim foi só pinvelar com uma gema de ovo e levei ao forno a 200º por 30 min.

Por cima ficou bem lisinho, mas lateralmente por baixo, ficou todo estaladinho



A cor tostadinha penso que foi por meter o tabuleiro muito em cima!!



Ficou um folar enorme, pesei-o e tinha 1,200Kg



quarta-feira, 8 de abril de 2009

Massa com grão

Uma das poucas coisas que eu não aprecio muito, no mundo da comida é grão!!! em sopa gosto muito, desde que lhe coe as cascas, mas de resto como!!!

Mas como o marido gosta e anda sempre a queixar-se que não faço este tipo de comida, resolvi misturar umas coisa de que gosto para ficar mais comestível para mim.

Fiz um tipo de rancho, e digo tipo, porque a mãe disse-me logo que rancho não é com frango e nem com espigos!!! foi o que tinha á mão :-)

Então primeiro estufei o frango partido aos pedaços com


Uma cebola
Um tomate
Três dentes de alho
Uma cenoura grande
Uns pedacinhos de chouriço
Azeite e sal q.b.


Depois da carne estar bem tenrinha, juntei os espigos e água e logo que ferveu juntei a massa e o grão de lata.

foi só deixar cozer a massa e apurar um bocadinho o molho

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Pão saloio

Este pão é da autoria do marido, que resolveu inventar com a farinha de trigo e de milho que trouxe de casa da mãe, que ainda faz pão de modo tradicional.


A farinha de milho segundo a minha sogra ainda devia ser peneirada, porque é daquela que se compra em sacos de 30 kg logo menos pura, mas nós fazemos assim mesmo sem peneirar.


Fica um pão muito bom e é o que temos feito sempre ultimamente.


300 gr de Farinha 65
100 gr de Farinha de milho
100 gr de Farinha de centeio
380 ml de Água
Meio pacote de fermento vahiné



O primeiro que fizemos com essa farinha foi só com trigo e milho, mas agora juntamos sempre o centeio, porque gostamos mais do sabor.