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quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Veneza

Ultimo porto a belissima e romantica veneza, para mim já não era desconhecida, mas sabe sempre bem voltar aos sitios que gostamos e onde fomos felizes.

Sobre Veneza quase tudo já foi dito. Para os românticos, é um local único. Poetas cantaram a beleza do pôr-do-sol no Grande Canal, onde as águas do Adriático surgem como um espelho cujos reflexos caleidoscópicos cintilam na alvura dos palácios renascentistas. Outros vibram com a bruma mística que se costuma abater sobre a cidade, envolvendo-a sob um manto de mistério que serve de cenário ao mais famoso carnaval da Europa e onde os encapuzados vagueiam pelas ruas labirínticas entrecortadas pelas inúmeras pontes que surgem em cada esquina.


Para os mais racionalistas, Veneza pode ser apenas uma cidade que nasceu e cresceu no meio da laguna. Uma cidade formada por 117 ilhas; 150 canais e 400 pontes. Pode parecer redutor para a cidade que os venezianos construíram sobre o fundo lodoso e embelezaram graças às riquezas acumuladas de uma profícua actividade comercial que remonta aos tempos da Idade Média, mas também não deixa de ser uma definição.

Fragmento de artigo da Rotas e destinos

Como já tinhamos estado aproveitámos para rever algo, e para visitar o Palácio Ducal, que da primeira vez não tinha tido oportunidade, e de resto passear pelas ruas, espreitar pelos canais, comer um geladinho e beber umas cervejas na praça de S. Marcos, porque para a despedida vale tudo.

Para terminar em beleza o cruzeiro nada como madrugar bastante para ver o amanhecer na grande lagoa e a entrada triunfante do navio no grande canal.
A aproximação da praça de S.marcos


Os canais vistos do navio
Igrejas e mais igrejas...



E depois de o navio atracar e fazer o check out processo um pouco demorado para turistas impacientes para ir á descoberta, lá saimos é procura de um vaporeto que nos levasse directo a S. Marcos e lá estamos nós a atracar bem ao lado das milhentas gondolas já a postos para zarpar com outros tantos turistas

Lá entramos na praça e aquela que tinhamos visto vazia quando passamos de navio estava agora cheia!!!turistas aos milhões!!!
A ponte dos suspiros


O campanille


O relógio da praça
E a catedral

Depois de dar uma voltinha pela pracinha, metemo-nos pelas ruinhas pequeninas





E a turistada!!! não há pachorra!!!..... mas..... nós também lá andavamos!!!



E para que o turista não venha sem uma lembrancinha, há para todos os gostos


Mas há muito mais sem serem máscaras, um verdadeiro atentado ao consumismo!! até fazem embalagens próprias anti quebra para trazer peças grandes no avião...
Depois de palmilhar muito pelas ruinhas e comprar algo da praxe, lá fomos visitar o  palácio ducal, para o qual já tinhamos reserva de bilhete, porque as filas lá são a doer!!
uma  para comprar bilhete nem sei já para quê!!!


Um pouco interior ainda que seja estritamente proibido fotografar com flash e sem ele!! 
De dentro da ponte dos suspiros  

As celas dos presos que passavam a suspirar na a ponte
Já no pátio


Para a sossega e antes de dizer adeus havia que tomar algo na famosa praça, com as suas explanadas maravilhosas com orquestra e tudo.

As cervejas são grandes hem...
Menos mal que combinam com os preços...
Bem e é hora de voltar ao navio, porque há que recolher as malas para apanhar o avião de volta e lá fomos outra vez de vaporetti até ao porto absorvendo tudo que nos passava em volta, palácios, pontes, explanadas....





E para casa, mas não foi neste..

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Dubrovnik pérola do adriático

Depois de estar sob a protecção do Império Bizantino, passar às mãos da República de Veneza (1205-1358) e de pelo tratado de Zadar, de 1358, se ter tornado território da coroa da Hungria.

Em 1806, as forças de Napoleão conquistaram Dubrovnik. Em 1808, os franceses aboliram a República de Dubrovnik e integraram o seu território às Províncias Ilírias da França (Provinces Illyriennes em francês).


Em 1815, por decisão do Congresso de Viena, Dubrovnik foi atribuída à Áustria (a partir de 1867, Áustria-Hungria) e permaneceu no Reino da Dalmácia até 1918, com o nome oficial de Ragusa. Com o fim da Primeira Guerra Mundial, passou a integrar o Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos (a partir de 1929, Reino da Jugoslávia). Ao começar a Segunda Guerra Mundial, Dubrovnik fazia parte do Estado Independente da Croácia. De abril de 1941 até Setembro de 1943, a cidade foi ocupada pelo exército italiano e em seguida pelos alemães. Em Outubro de 1944, o movimento de resistência jugoslavo libertou-a da ocupação alemã e Dubrovnik passou a integrar a segunda Jugoslávia a partir de 1945.


Em seguida à independência da Croácia em 1991, o exército federal jugoslavo bombardeou a cidade antiga em 6 de Dezembro de 1991. O restante da cidade teve menos sorte no cerco, que durou de Outubro de 1991 a Maio de 1992.
Com o fim da guerra, teve início um grande projecto de reconstrução dirigido pelo governo croata e pela UNESCO, segundo técnicas e materiais tradicionais. Um dos maiores problemas enfrentados durante a reconstrução foi substituir as famosas telhas de terracota rosadas dos edifícios da cidade antiga danificados no bombardeio. Buscou-se, ademais, reforçar as estruturas antigas contra terramotos.

Em 2005, o trabalho de restauração já estava basicamente concluído. A cidade é considerada património da humanidade pela UNESCO


E assim Saímos da Grécia, quase no fim do nosso cruzeiro, uma escala na Croácia e daquilo que tinha lido antes de ir, parecia-me um dos pontos altos da viagem.
Mais uma vez decidimos não alinhar nas excursões do barco, porque o tempo de escala pareceu-nos suficiente para dar um bom passeio por nossa conta aproveitando muito melhor a cidade.

Assim estudei os roteiros e o porto onde o navio iria atracar e a melhor e mais baratinha opção seria mesmo ir de autocarro que tem uma paragem mesmo em frente ao porto.

E o autocarro deixou-nos mesmo á entrada da cidade antiga, pela porta de Pile e olha quem chegou ao mesmo tempo de nós....


E sob um sol abrasador, e uma temperatura que deveria rondar os 40º lá fomos nós á descoberta desta cidade
A cidade antiga é dividida ao meio pela Placa, 

Igreja barroca de S. Blas
o Palácio Sponza (século XVI) e a Torre do Relógio (século XV),



As marcas deixadas pelas guerras recentes, visiveis em muitas paredes


Cafés, restaurantes e belissimas explanadas para repousar um pouco e comer algo. 

Para turista vêr 
Percorrendo a grande muralha de 1940 metros com uma temperatura que deveria rondar os 40º
Um esforço que os nossos amigos não quiseram fazer e ficaram-se por uma explanada daquelas que dá acesso directo para a água.

A água limpissima e com uma temperatura maravilhosa não foi suficiente para nos fazer demover da nossa intenção de dar a volta toda, mesmo á torreira, porque o que imaginavamos que se poderia ver lá do alto pareceu-nos que valeria a pena e não nos enganámos.









E por cima dos telhados com vista para a cidade fora das muralhas




O velho porto, onde os navios já não cabem


E mais uma despedida de um porto neste caso o ultimo que fizemos do barco, porque o próximo destino será o ultimo.
Houve muitos locais que visitei neste cruzeiro que gostei bastante,mas nenhum me encantou tanto como este, as muralhas fortes e bem conservadas, a arquitectura medieval, renascentista e barroca, a paisagem do Adriático e os cafés e restaurantes com as suas explanadas fazem de Dubrovnik um destino turístico encantador.