quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Se isto é um homem de Primo Levi


Diz na capa "Uma das mais lúcidas e impressionantes visões dos campos de concentração".

Wook.pt - Se Isto é um Homem
Imagem retirada do site wook

Para mim que gosto do tema e já li muitos livros e já vi alguns filmes sobre o holocausto, este foi o que mais me impressionou e na minha visita a Auschwitz, muitas vezes pensei no livro e em algumas passagens, deveras impressionante.

A passagem pelo campo de concentração, relatada na primeira pessoa.
A grande questão de Primo Levi durante todo o livros é - Pode alguém ter sido homem em Auschwitz? 
Porque para além dos horrores a que são sujeitos os prisioneiros, a grande questão que ele levanta é aquilo em que são transformados enquanto pessoas, aquilo em que os próprios se transformam, para tentar sobreviver, as suas atitudes mediante as circunstâncias.

SINOPSE
"Na noite de 13 de Dezembro de 1943, Primo Levi, um jovem químico membro da resistência, é detido pelas forças alemãs. Tendo confessado a sua ascendência judaica, é deportado para Auschwitz em Fevereiro do ano seguinte; aí permanecerá até finais de Janeiro de 1945, quando o campo é finalmente libertado. 
Da experiência no campo nasce o escritor que neste livro relata, sem nunca ceder à tentação do melodrama e mantendo-se sempre dentro dos limites da mais rigorosa objectividade, a vida no Lager e a luta pela sobrevivência num meio em que o homem já nada conta. 
Se Isto é um Homem tornou-se rapidamente um clássico da literatura italiana e é, sem qualquer dúvida, um dos livros mais importantes da vastíssima produção literária sobre as perseguições nazis aos judeus". In Wook

Primo Levi sobreviveu a Auschwitz, mas não conseguiu sobreviver aos fantasmas que trouxe de lá e suicidou-se mais tarde, depois de escrever o seu testemunho em vários livros, para que a mensagem passe, não fique esquecida e não se volte a repetir.

Do mesmo autor encontramos no Wook

»A trégua continuação de se isto é um homem

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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Bolo de stracciatella e pepitas

Mais um bolo de fim de semana e mais um de iogurte, é o bolo vencedor cá de casa, simples e rápido de fazer.

Antes achava estranho como é que o bolo de iogurte era o preferido de muitas pessoas, agora entendo.... quando se tem crianças em casa, que não gostam de bolos com isto e com aquilo, este é uma alternativa boa e muito fácil de fazer.

Cá em casa também é o favorito agora :) e as versões são mais que muitas, andando sempre em volta do mesmo, variamos no iogurte e neste caso adicionei as pepitas de chocolate.

Dizem os homens que este é o melhor bolo de iogurte que alguma vez comeram, e reconheço que o sabor ficou diferente, sendo de chocolate, o sabor lembra a baunilha, ficou mais seco, mas muito saboroso.


4 ovos
1 iogurte grego stracciatella
1 chávena de açúcar
2 chávenas de farinha
1 colher de café de fermento em pó
1 colher de café de bicarbonato de sódio
2 colheres de sopa de pepitas de chocolate



Estes bolos domingueiros, são muitas vezes feitos em cima da hora para aproveitar o forno já quente, por isso é sem grandes preceitos que faço e normalmente meço por canecas para maior facilidade.

Bater os ovos inteiros com o açúcar até dobrar o volume, misturo em seguida o iogurte e por ultimo a farinha, misturada com o fermento e o bicarbonato, apenas envolver.
As pepitas de chocolate meti só em cima da massa já depois desta estar dentro da forma, porque normalmente elas afundam....


Forno durante 30 a 35 min a uma temperatura de 200º e já está.

Este foi em forma de silicone, sem ser untada e por acaso e pelas circunstâncias do almoço, deixei na forma até arrefecer e só desenformei depois de frio e saiu na perfeição, sem ser descascado, como me costumavam sair os bolos nestas formas, até já tinha pensado deitar fora, mas percebi finalmente que para saírem direitos e com a casca é só desenformar depois de frio. 

Mas ainda assim ganhou uma forma esquisitinha no topo e saiu corado demais, mas o sabor de facto ficou excelente.


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domingo, 25 de fevereiro de 2018

Recantos de França fora das rotas mais turisticas

Já passou quase o inverno e eu ainda não acabei de arrumar as férias do ultimo verão.

Quem conhece a região Des Landes? Zona sul de França, mas perto dos Pirenéus.
Eu não conhecia, mas gostei,  zona do Foie Gras, aquela maravilha da cozinha Francesa.

Passámos por vilas e zonas um pouco fora da rota do turismo de massas, mesmo sendo perto de um grande ponto de interesse.

Estas vilas de França, pouco têm a ver com as nossas, terras onde não se passa nada, mas com muita história e onde os habitantes têm à disposição todas as comodidades que por cá muitas vezes só vemos nas cidades.


sábado, 24 de fevereiro de 2018

Tarte Tatin

A tarte Tatin é uma tarte de maçã tipicamente francesa, inventada pelas irmãs Stephanie e Caroline Tatin, herdeiras de um hotel e restaurante.

Reza a lenda que Stephanie era muito boa cozinheira, mas distraída e a sua especialidade era uma tarte de maçã que servia morna.

Um dia na conversa com os clientes, esqueceu-se de que a sobremesa não estava feita, correu para a cozinha e meteu a famosa tarte no forno, só que se esqueceu da massa e quando deu conta as maçãs já estavam meio caramelizadas, mas ela não esteve com meias medidas, meteu-lhe a massa em cima e levou novamente ao forno, porque ao desenformar, ficaria com a maçã para cima.

O resultado foi tão surpreendente que vinham pessoas de toda a França para conhecer a famosa tarte e nos dias de hoje é ainda servida em restaurantes de nome por toda a França e até pelo mundo.

A minha ficou boa, mas não excelente, o filho nem provou e o marido reclamou um pouco da gordura e do doce... mas fiz com massa quebrada de compra e o ideal é massa areada caseira de preferência.

As melhores maçãs para esta tarte são a reineta ou a golden, qualquer maçã que seja ácida e firme. O objectivo é que o sabor das maçãs contraste com o do caramelo e que elas não se desmanchem durante o cozimento, eu usei golden.


sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Risotto de alheira

Ora aqui está uma mistura improvável, risotto, um prato tipicamente italiano, com um enchido tipicamente português.

Esta sugestão apareceu-me nas publicações das minhas páginas amigas e quando vi achei o máximo, porque alheira é o meu enchido favorito e achei que combina bem com um arroz cremoso como o risotto.


quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Sopa de beterraba

Não não é sopa de beterraba o tubérculo...

É mesmo sopa de folhas de beterraba, aquelas que ninguém usa e deita fora, dá uma sopinha muito boa, porque as folhas para além de muito macias têm um sabor bom.

Não sei se se vende nas lojas estas folhas, mas eu tenho amigos com hortas que plantam beterrabas e costumam-me dar e como sabem que eu gosto desta sopa, dão-me a beterraba já com as folhas e até folhas extra :)

A base da sopa faço como as de agrião, espinafres... sopa de base laranjinha.


Folhas de beterraba
Batata
Cenoura
Abobora
Cebola
Alho
Azeite
sal

O modo de fazer é igual a todas as sopas, não há receita.
A cor tão carregada da sopa, provém dos talos das folhas que têm uma cor entre o vermelho e o cor de vinho :O uma cor que não sei bem definir e que no dia seguinte ainda está mais carregada.

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Os pilares da terra de Ken Follet

Hoje no clube de leitura como lhe chamou uma amiga e seguidora aqui do blog temos um autor top.

Top de vendas, top de escrita....Britânico, é um dos autores mais bem sucedidos da actualidade, de mais de 30 livros escritos, foram já vendidos mais de 150 milhões de exemplares, já ganhou vários prémios e vende bem o género Thriller e romances de acção, romances históricos.

Este livro que sugiro hoje Os pilares da terra,«««ver aqui é uma epopeia medieval, uma obra monumental, um romance grandioso, contado em dois volumes.

Wook.pt - Os Pilares da Terra - Volume I
fotografia do site wook ver mais aqui««««

Deste escritor tenho para além destes, mais alguns livros, eu diria mesmo que quando se lê o primeiro, é difícil não comprar todos, penso que a palavra que melhor descreve a escrita deste autor como diz o meu marido é avassaladora, quando se começa a ler é muito difícil parar, completamente viciante.

Deixo a sinopse do wook
Do mesmo autor do thriller "A Ameaça", chega-nos o primeiro volume de um arrebatador romance histórico que se revelou ser uma obra-prima aclamada pela comunidade de leitores de vários países que num verdadeiro fenómeno de passa-palavra a catapultaram para a ribalta. Originalmente publicado em 1989, veio para o nosso país em 1995, publicado por outra editora portuguesa, recuperando-o agora a Presença para dar continuidade às obras de Ken Follett. O seu estilo inconfundível de mestre do suspense denota-se no desenrolar desta história épica, tecida por intrigas, aventura e luta política. A trama centra-se no século XII, em Inglaterra, onde um pedreiro persegue o sonho de edificar uma catedral gótica, digna de tocar os céus. Em redor desta ambição soberba, o leitor vai acompanhando um quadro composto por várias personagens, colorido e rico em acção e descrição de um período da Idade Média a que não faltou emotividade, poder, vingança e traição. Conheça o trabalho de um autêntico mestre da palavra naquela que é considerada a sua obra de eleição.

Os livros que tenho mais dele, se não anda nenhum perdido são:

Gostava de ter mais, mas os livros deste escritor são todos um pouco caros.

Um mundo sem fim, mais uma dupla de livros, romance histórico, continuação dos pilares, onde ele vai buscar descendentes do primeiro está na lista para comprar.

 No site wook encontra-se um pack dos dois livros Os pilares da terra da editorial presença que se consegue comprar mais barato e de vez em quando aparecem em promoção, é quando aproveito para comprar.

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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Sonhos de abóbora moganga

As postagens aqui no blog andam sempre atrasadas, quando todo mundo trás coisas de natal eu trago o que calha, quando todo mundo faz coisas do dia dos namorados eu trago de natal e quando todo mundo trouxer coisas de pascoa eu hei-de trazer dos namorados :)

É só para ser diferente :) ou não :)

Estes sonhos são do natal e a receita é da Vaqueiro, já tenho dito por aqui que gosto muito deste site, dos seus livros e revistas, as coisas saem normalmente mesmo bem. A receita retirei do site.



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Costeletas recheadas com maçã e queijo ralado

De vez em quando para variar, já que nem sempre apetece o mesmo, costumo fazer costeletas recheadas. Estas fiz no forno.

Mando cortar as costeletas um pouco mais grossas no talho e depois ou mando abrir ao meio lá mesmo ou faço eu em casa, com uma faca afiada é muito fácil.

Já tenho aqui no blog recheadas com ananás e feitas na frigideira.
Depois do ananás a fruta que eu gosto mais com a carne é a maçã, seja em puré, seja assim.
Recheada com queijo e fiambre também fica bom e para o filho sai mesmo assim.




domingo, 18 de fevereiro de 2018

Coimbra também na onda do turismo

E porque domingo é dia de passeio.

Um dia destes fui até a baixa da cidade e como já há um tempo que não passava por lá, andei de turista a apreciar as novas lojas que estão a nascer na rua principal, artesanato, muito artesanato e algum provavelmente até vem do sitio do costume, mas há também lojas boas e a cidade está animada pelos turistas que nos invadem agora.


Agora que abriu o sol e a chuva parece ter ido embora já apetece dar uma voltinha e Coimbra tem sempre muito que ver.

A velha Cabra, a torre da Universidade


Sé velha

Algumas imagens da baixa da cidade.

Casas degradadas onde nem o sol que entra alegra o ambiente


Quem sabe o que quer dizer esta pernada de louro pendurada à porta?


Igreja de S. Tiago sec.XII estilo românico situada na praça do comércio,


 Praça do comércio agora cheia de restaurantes e explanadas





Street art



Quem quiser passear por cá tem agora muito onde dormir, dos grandes hotéis, até pequenos hosteis e excelentes apartamentos de alojamento local.

A grande referencia da cidade o Hotel quinta das lágrimas
O Novo Vila Galé
E o novo conceito de alojamento local, encontramos o Orpheus apartamentos de luxo, mesmo no coração da cidade
E o Solar antigo Luxury SPA Coimbra um apartamento superluxuoso, que me impressionou pelas imagens do booking, nem fazia ideia que Coimbra tem agora tanta e tão boa oferta hoteleira.



quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Bolo de cenoura e laranja com ninhos de chocolate

Fiz este bolo para gastar uma pasta de chocolate gourmet que comprei e que achei ter muito bom aspecto, mas o pequeno quando viu o frasco não achou nada o mesmo que eu!! não gosto desse chocolate, quero do outro.... o tal do gostinho especial... mas porquê não gostas se ainda não provaste?! é muito branco esse.... não gosto....

E pronto o pânico instalado, o marido não come disso, eu provei e como a minha mãe sempre disse tenho mais olhos que barriga e também não gostei....

Muito doce e efectivamente não me sabia a chocolate... sabia a creme de bombons e eu nem aprecio bombons com recheio.....

Depois para além disto o bolo tem um erro crasso de principiante, sabia que estava a fazer asneira, mas fiz na mesma :O

A vontade de fazer a asneira foi superior à sabedoria de que aquilo ia correr mal.
 

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

A melodia do amor Lesley Pearse

A melodia do amor de Lesley Pearse foi o livro que escolhi para hoje, dia dos namorados.

Uma escritora que está muito na moda, basta passar pelos escaparates das livrarias e vemos montes de livros dela, todos encapados com belos saquinhos de organza, para chamar mais a atenção.

E eu como não posso ver nada resolvi há uns tempos comprar o primeiro e gostei, o tipo de leitura descontraída que eu gosto, atrás deste primeiro comprei mais meia dizia deles, um de cada vez :).

As histórias são densas, carregadas de emoção, personagens densos, vidas dramáticas, personagens maltratadas, crianças rejeitadas e abandonadas.... mas personagens femininas cheias de vida lutadoras e corajosas. 
Na biografia da escritora podemos ver que ela própria viveu uma vida/infância difícil, talvez por isso conta tão bem estas histórias.

Wook.pt - A Melodia do Amor
Imagem do site Wook

O primeiro livro dela que li  e do qual gostei muito foi


Dos que tenho destaco mais estes três e quem quiser saber mais sobre a história é só clicar no link

Da melodia do amor deixo a sinopse do site Wook

SINOPSE
Liverpool, 1893. Os sonhos de Beth são desfeitos quando ela, o irmão Sam e a irmã mais nova, Molly, ficam órfãos. As suas vidas, até então tranquilas e seguras, sofrem uma dramática reviravolta. Para escapar a um futuro de miséria e servidão, Sam e Beth decidem arriscar tudo, atravessar o Atlântico e partir à conquista do sonho americano. Mas Molly é demasiado pequena para os acompanhar e os irmãos vêem-se obrigados a tomar uma decisão que os marcará para sempre: deixá-la em Inglaterra, a cargo de uma família adoptiva. 
A bordo do navio para Nova Iorque não faltam vigaristas e trapaceiros, mas o talento de Beth com o violino conquista-lhe a alcunha de Cigana, a amizade de Theo, um carismático jogador de cartas, e do perspicaz Jack. Juntos, os jovens vão começar de novo num país onde todos os sonhos são possíveis. 
Para a romântica Beth, esta será a maior aventura da sua vida. Conseguirá a Cigana voltar a encontrar um verdadeiro lar? 
Uma história de amor incondicional e coragem sem limites. Um livro irresistível.
Wook
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Galo no forno à moda da chanfana

A Chanfana é uma das grandes especialidades da região de Coimbra, há zonas em que é mesmo rainha com direito a festival e tudo.
O normal é ser de cabra ou carneiro e é cozinhada em forno de lenha, durante 4 a 5 horas, dentro de caçarolas de barro preto.
Dizem que é melhor servida dois ou três dias depois, porque é melhor depois de aquecida....

Esta é mais soft e caseira, mas à moda de apartamento, sem foro de lenha e nem de Ovinos, é de galo caseiro e no forno elétrico, mas cá em casa estamos fãs do galo cozinhado desta maneira.



domingo, 11 de fevereiro de 2018

Adega o Monhé

E como domingo é dia de passeio, hoje venham almoçar comigo à Adega do Monhé :)


O restaurante Adega do Monhé fica em Santa Maria da Feira, junta à mesma mesa os sabores tipicamente africanos e os portugueses.



 Fui lá com um grupo de amigos de propósito para comer o prato mais típico o Cozido no pão que é para além de um cozido à portuguesa uma  experiência gastronómica.


Este cozido só é feito por encomenda e é servido com mestria pelo próprio chefe que vem à mesa do cliente explicar a História deste cozido e o porquê ser feito dentro do pão.



Tudo, desde os legumes às carnes são cozidos dentro da massa do pão sem liquido, onde se cria uma "pressão" de vapor debaixo da crosta do pão e é esse vapor que coze tudo e é essa nuvem de vapor que se solta quando o chefe corta a crosta e que torna a espera e o ouvir da história um verdadeiro massacre para os sentidos, quase impossível de aguentar pelo cheiro que se espalha pela sala :)


Para entreter e minimizar a espera a ajudante reparte esta crosta de pão húmido pelo cozido, mas estaladiço por fora pelos comensais como entrada e abre apetite, para quem ainda não tiver :)


O cozido é de facto muito bom, tem todas as carnes típicas do cozido e ainda outras que não são tão usuais, como coelho, um pormenor do chefe.


A decoração do restaurante inclui alguns elementos africanos, porque da ementa fazem parte pratos desta origem, que têm a ver com as origens e vivências do chefe também



Na parede do restaurante uma ideia original, todas as personalidades importantes que visitaram o restaurante tiveram direito a deixar a sua marca sob a forma de uma mão, não uma pegada, mas uma mão de chocolate.



Vale a pena a viagem até esta bonita cidade para comer este cozido.

No fim podemos sempre subir ao castelo para uma visita e para derreter as calorias que comemos em excesso.



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sábado, 10 de fevereiro de 2018

Bolo zebra de frutos vermelhos

Este bolo vi no blog da minha amiga Regina o Nacozinha, gostei da ideia, já tinha feito antes o bolo zebra de chocolate e decidi experimentar este.

O bolo ficou muito bom de sabor excelente, a zebra não ficou muito visível, porque a massa dos frutos vermelhos não ficou muito corada e a zebra ficou com poucas riscas.
Deixo a receita da Regina na integra e a minha alteração que talvez por isso não deu muito efeito.


2 ovos
120 açúcar
120 ml sumo de laranja
100 ml de óleo
150 gr de farinha
1/2 colher de sobremesa de fermento
2 colheres de sopa de geleia de amoras(**)

(**)substitui por 1chávena de café de frutos vermelhos+1 colher de sopa de açúcar+1colher de sopa de água

Preparar a forma, untar e polvilhar com farinha, ou no caso da que eu usei de fundo amovível, forrei com papel vegetal o fundo e untei depois com manteiga e polvilhei com a farinha.

Primeiro bater as claras em castelo e reservar.

Bater as gemas com o açúcar e com a batedeira em velocidade baixa, vá juntando alternadamente os líquidos, o óleo e o sumo de laranja, com a farinha.

Por fim envolva delicadamente as claras em castelo e o fermento.

Divida a massa em duas partes e numa junte a geleia de amoras e misturar bem.
Eu como não tinha geleia, substitui pela minha mistura; fervi uma chávena de frutos vermelhos com uma colher de sopa de açúcar e uma de água, espremi os frutos e retirei duas colheres de sopa desta calda.


Depois deitar a massa na forma com uma concha/chávena, no centro da forma, ir deitando conchas alternadas,  do creme amarelo e do creme corado até terminar as massas, sempre no centro da forma/massa anterior.



Levar ao forno a cozer a 200º durante 30 a 35 minutos.

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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Pizza de sexta feira

Sexta feira é dia de pizza cá em casa.

Semana acabada, actividades da escola em pausa, tudo no relax, por isso não é dia de fazer "jantar".
Uma sopa que tenho sempre feita e uma pizza simples destas é um manjar para o mais pequeno e os pais também gostam.

Ultimamente tenho comprado bases de massa para pizza fresca já feitas, nos sítios do costume, compro o tamanho XL que depois de desenrolada fica do tamanho do tabuleiro do forno.


1 base de massa fresca para pizza XL
Molho de tomate caseiro
Fiambre, bacon, chourição........ a gosto
Cogumelos frescos laminados
Queijo mozzarela fresco
Extra queijo ralado

Desenrolar a massa de pizza e colocar no tabuleiro do forno onde vai cozer, em cima do papel vegetal que vem e reservar.

Entretanto preparar os ingredientes, cortar os cogumelos o queijo mozzarela e preparar tudo que se for usar.

Colocar em cima da base a polpa de tomate caseira ou na falta desta usar polpa comercial, ou fazer um molho rápido com tomate fresco.

Por cima do tomate por em camadas os ingredientes e terminar com o mozzarela fresco cortado às rodelas e polvilhar por cima com extra queijo ralado, mozzarela ou outro a gosto, eu uso muito uma mistura de 4 queijos.


Polvilhar por cima de tudo com oregãos em folhinhas e regar com um fio de azeite.

Vai ao forno pré-aquecido a 200º durante 15 a 20 minutos aproximadamente, com cuidado para a massa não ficar dura, ir verificando.


Não gosto de fazer publicidade, mas a massa que gostamos mais cá em casa, das que experimentei é mesmo a do Lidl.

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Arroz doce com baunilha e natas

Mais uma receita de arroz doce, a sobremesa preferida cá de casa.
Esta vi num video do chefe Henrique Sá Pessoa, gostei da ideia das natas e da baunilha e resolvi adaptar ao meu gosto, retirei apenas a ideia, por isso a receita pouco tem da original, a dele levava maçã reineta caramelizada por cima.

O arroz que eu recomendo usar no arroz doce é o carolino, mas como tenho arroz para sushi que não uso para o fim proprio, porque não somos fãs de sushi cá em casa e nem conheço ninguém que faça em casa para oferecer, uso em coisas que me parece resultar e de facto ficou bom.


130 gr de arroz para Sushi Bom sucesso.
700 gr de leite
300 gr de natas
200 gr de açúcar
1 vagem de baunilha
1 pitada de sal.
4 gemas (meti 2)

Coloque um tacho ao lume com o leite e as natas, abrir a vagem de baunilha ao meio e raspar o seu interior, juntar ao leite, meter a vagem também, eu usei baunilha em pó que tenho em frasco (1/3colher de café).Quem gostar, juntar também o pau de canela e a casca do limão tradicional.

Juntar em seguida o arroz e uma pitada de sal.

Deixar cozinhar mexendo durante 12 minutos, o meu demorou mais, não sei se por ser arroz para sushi.... 

Bater as gemas muito bem com o açúcar e juntar aqui uma colherada de arroz quente mexendo bem para temperar as gemas e estas não talharem, depois juntar todo o creme no tacho e mexer muito bem para não formar grumos nem pegar ao fundo.
Deixar cozer mais um pouco em lume brando para cozer as gemas e engrossar o arroz.

O arroz parece que fica liquido, mas no fim de arrefecer um pouco fica cremoso.
Gostei muito  do sabor da baunilha no arroz doce.

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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Jornada de África de Manuel Alegre

Em dia de leitura hoje trago o nosso poeta Manuel Alegre, não que eu seja uma leitora muito assídua, mas tenho muitos livros dele porque o marido é fã.

Lembrei-me de o trazer hoje aqui, porque foi agraciado este ano com o Prémio Camões o maior galardão da língua portuguesa.

Estudante de Coimbra, Poeta, politico conta muitos prémios no seu curriculum.

É conhecido por ser o poeta mais cantado pelos músicos portugueses e  Trova do vento que passa, cantado por Adriano Correia de Oliveira, deve ser a musica mais conhecida.

O livro que escolhi dele foi um romance Jornada de África «««««ver mais aqui

Wook.pt - Jornada de África
Imagem retirada do site wook

SINOPSE
«Jornada de África é um romance que foge aos esquemas habituais para entrelaçar epopeia e anti-epopeia, denúncia e crónica de uma guerra cruel, crónica minuciosa mas poética na intertextualidade a que o autor recorre para transmitir a sua vivência, voz de juventude sufocada que, apesar de tudo, consegue amar. E o amor por Bárbara, profundo e difícil, oferece-nos uma das mais belas cartas de amor que me recordo de ter lido.»
Maria Luisa Cusati, prefácio à edição italiana

E Sebastião aspira o ar carregado do cheiro da guerra de África, um cheiro que está no jipe onde se senta ao lado do Condutor, levando, sem querer, a mão ao pescoço. Vem de S. Salvador e Sanza Pombo, de Zala e Nambuangongo, está na farda amarrotada e também dentro dele e é talvez o mesmo cheiro de 4 de Agosto de 1578, quando se chegou à tenda d’el-rei o capitão Aldana, e com eficazes brados lhe dizia que se perdia se não desse logo batalha, que começou às dez da manhã, no princípio de todo o fervor de calma. 
Wook
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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Queijo camembert com mel e nozes

Hoje trago uma entradinha do mais simples, fácil e rápida de fazer, aproveitando o forno que já está quente naqueles dias que se faz muita coisa lá, é só uns minutos e já está.

Se há coisas que eu gosto mesmo muito, é de queijo e de todos os tipos cores e modelos, não fosse eu da zona do melhor queijo do país.

Estes de pasta, mole adoro especialmente.

Esta entrada é mesmo para verdadeiros apreciadores de queijo e da mistura doce/salgado.

O contraste do queijo quente, com o mel e os frutos secos fica uma verdadeira delicia, com pãozinho torrado ou não :)