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domingo, 6 de maio de 2018

Gdynia mas com o olho em Gdansk

Quando embarcamos num cruzeiro temos um monte de sítios para visitar e pouco tempo normalmente.

A somar a uma viagem já de si normalmente cara, temos um monte de excursões para comprar... ou não....
Estas excursões que o barco oferece, são noemalmente caras e oferecem muito pouco, uma ou duas visitas a monumentos ou museus e pouco mais e normalmente caras...

O melhor, da minha experiência, é sair à sua vontade, mas para isso é preciso ter alguma "capacidade de encaixe" algum espírito aventureiro, estudar bem os locais, o que há a visitar, a fazer, transportes locais e controlar muito bem o tempo, porque o navio não espera por quem parte sozinho...


No 6º dia do cruzeiro no Báltico, a escala foi Gdynia

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Navegando por águas calmas, entre o Guadiana e a paisagem alentejana

E porque a época é de férias, quem ainda vai a tempo de fazer este passeio :)

Um Cruzeiro no Guadiana que fiz no ano passado, mas na altura não tive oportunidade de deixar aqui a experiência, mas vai sempre a tempo.
Pois para quem pensa que só o Douro tem cruzeiros de rio no nosso país, está enganado, no Guadina também se fazem uns passeios muito interessantes e divertidos.


Eu fui pela empresa Riosultravel e gostei muito, uma equipa de animação espectacular, os mesmo fazem tudo, são marinheiros, guias turísticos, cozinheiros e até músicos e cantores, uma animação :)

terça-feira, 15 de julho de 2008

A dificil vida de turista!!!!!

Depois de uma ausencia, por um bom motivo, as esperadas ferias, volto ao trabalho com a alma renovada.
Ao bloguinho, como agora estamos em época de contenção(alimentar), porque os exageros foram muitos, venho por agora postar apenas sobre a minha viagem.
Este ano a opção foi fazer um cruzeiro pelas capitais balticas, entusiasmada pelos amigos que me acompanharam no ano passado resolvi embarcar neste.
O ponto de partida deste cruzeiro foi a capital da Finlândia, Helsinkia.
A Catedral Luterana, situada na praça do senado.

Estátua do czar Alexandre I


E a catedral Upenski a maior catedral ortodoxa dos paises nordicos, são talvez os postais mais conhecidos desta cidade.





Deixando a Finlandia para tras, a próxima paragem foi S.Petersburgo, a segunda cidade da Russia, talvez a mais esperada deste circuito, aqui por se tratar da Russia, um pais de trato mais dificil, para com os turistas, pela dificuldade da lingua e letras proprias, pela exigencia de vistos, e ainda pela grandiosidade da cidade resolvemos ir com excursões contratadas.


Pensamos ser a melhor maneira de visitar o máximo.


No primeiro dia e devido a um atrazo do programa, visitámos, a Catedral de S. salvador ou da ressurreição ou sangue derramado, Três nomes pelos quais é conhecida, um exemplo muito bonito da tipica arquitectura Russa.




A catedral de S.Isaac, um monumento imponente, talvez o mais imponente que já visitei depois do vaticano.



e fizemos um passeio de barco pelos canais para vêr as famosas noites brancas e estavam mesmo brancas, mas não pelo sol, mas pelas nuvens, nesta fotografias já deviam ser umas 23h



No segundo dia fomos até aos palácios de Peterhof ou petrodvorets em russo, ao Palácio de catarina, ambos nos arredores da cidade e visitámos ainda a fortaleza de S.Pedro e S.Paulo que tem uma catedral com o mesmo nome, onde se encontram enterrado o ultimo Czar da Russia Nicolau II e a sua familia.

Palácio de Catarina



Peterhof ou Petrodvorets e as suas 170 e muitas fontes, era o palácio preferido por Pedro o grande para as suas festas de verão.
A fortaleza e catedral de S.Pedro e S.Paulo



A próxima paragem foi a bela cidade de Tallin na Estónia, uma cidadezinha mediaval, pequenina e encantadora, o tempo de visita mais uma vez foi curto, mas suficiente para ficar com uma ideia, porque o centro histórico é mesmo pequeno.
Um pouco das muralhas e torres que cercam a cidade antiga


Catedral ortodoxa de Alexander Nevsky


As belissimas explanadas na praça do municipio

Mais um porto para trás e agora vamos até á Suécia e a caminho de Estocolmo, por recomendação do capitão do barco, levantámos bem cedo para estar nas varandas do navio para vêr a entrada na cidade e a passagem pelos canais formados por milhões de ilhas até lá chegar, uma paisagem deslumbrante, com a luminosidade do dia a nascer, ainda que aí ele nasce bem cedo.





Uma cidade onde se respira organização e tranquilidade.


Uma rua com a catedral ao cimo.


Proxima paragem a Polónia e a belissima cidade de Gdansk, quando entramos na cidade houve algo que me fez lembrar os campos de concentração nazis, não sei se saber da proximidade se pela arquitectura e pelos prédios em tijoleira de um castanho muito escuro, mas á medida que nos fomos aproximando da zona mais central, totalmente recuperada e comercial, essa imagem logo se esquece.

As torres e igrejas na tipica e tradicional tijoleira castanho escuro



Contrastando com a explosão de côr do casario de outras ruas e praças.


Para terminar em grande Copenhaga a capital da Dinamarca, talvez a cidade mais cosmopolita, com uma animação fora de serie, milhões de pessoas na rua, milhões de bicicletas , os canais e a vida em volta deles
A pequenissima e famosissima sereia







Uma coisa que me ficou na memória de todas estas cidades....
Flores
Mais Flores..... e ....


ainda mais Flores
.......e mais flores
Um circuito de sonho.
Pena que em cruzeiro não dá para apreciar plenamente as cidades, ficamos com uma ideia e com vontade de voltar.
Uma vantagem de fazer um cruzeiro é que o hotel acompanha-nos para todos os sitios, não temos que nos preocupar em fazer as malas sempre que nos deslocamos entre cidades e a outra parte é a vida a bordo, a animação e o convivio com os amigos que levamos ou sozinhos e o convivio com as outras pessoas que conosco se cruzam e com as quais muitas vezes acabamos por fazer amizade, e foi o nosso caso no ano anterior, que fizemos novos amigos e que nos acompanharam este ano.

Um pouco da vida a bordo.
O simulacro de salvamento em caso de barco a afundar!!!!
A piscina que normalmente é só para os pequenos.
Boas bebidinhas para boas conversas ao fim de um dia duro de visitas

Ou para acompanhar os espectáculos nocturnos a bordo.
E para a despedida um belo por de sol nas noites mais brancas do planeta, o sol da meia noite.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Veneza

Ultimo porto a belissima e romantica veneza, para mim já não era desconhecida, mas sabe sempre bem voltar aos sitios que gostamos e onde fomos felizes.

Sobre Veneza quase tudo já foi dito. Para os românticos, é um local único. Poetas cantaram a beleza do pôr-do-sol no Grande Canal, onde as águas do Adriático surgem como um espelho cujos reflexos caleidoscópicos cintilam na alvura dos palácios renascentistas. Outros vibram com a bruma mística que se costuma abater sobre a cidade, envolvendo-a sob um manto de mistério que serve de cenário ao mais famoso carnaval da Europa e onde os encapuzados vagueiam pelas ruas labirínticas entrecortadas pelas inúmeras pontes que surgem em cada esquina.


Para os mais racionalistas, Veneza pode ser apenas uma cidade que nasceu e cresceu no meio da laguna. Uma cidade formada por 117 ilhas; 150 canais e 400 pontes. Pode parecer redutor para a cidade que os venezianos construíram sobre o fundo lodoso e embelezaram graças às riquezas acumuladas de uma profícua actividade comercial que remonta aos tempos da Idade Média, mas também não deixa de ser uma definição.

Fragmento de artigo da Rotas e destinos

Como já tinhamos estado aproveitámos para rever algo, e para visitar o Palácio Ducal, que da primeira vez não tinha tido oportunidade, e de resto passear pelas ruas, espreitar pelos canais, comer um geladinho e beber umas cervejas na praça de S. Marcos, porque para a despedida vale tudo.

Para terminar em beleza o cruzeiro nada como madrugar bastante para ver o amanhecer na grande lagoa e a entrada triunfante do navio no grande canal.
A aproximação da praça de S.marcos


Os canais vistos do navio
Igrejas e mais igrejas...



E depois de o navio atracar e fazer o check out processo um pouco demorado para turistas impacientes para ir á descoberta, lá saimos é procura de um vaporeto que nos levasse directo a S. Marcos e lá estamos nós a atracar bem ao lado das milhentas gondolas já a postos para zarpar com outros tantos turistas

Lá entramos na praça e aquela que tinhamos visto vazia quando passamos de navio estava agora cheia!!!turistas aos milhões!!!
A ponte dos suspiros


O campanille


O relógio da praça
E a catedral

Depois de dar uma voltinha pela pracinha, metemo-nos pelas ruinhas pequeninas





E a turistada!!! não há pachorra!!!..... mas..... nós também lá andavamos!!!



E para que o turista não venha sem uma lembrancinha, há para todos os gostos


Mas há muito mais sem serem máscaras, um verdadeiro atentado ao consumismo!! até fazem embalagens próprias anti quebra para trazer peças grandes no avião...
Depois de palmilhar muito pelas ruinhas e comprar algo da praxe, lá fomos visitar o  palácio ducal, para o qual já tinhamos reserva de bilhete, porque as filas lá são a doer!!
uma  para comprar bilhete nem sei já para quê!!!


Um pouco interior ainda que seja estritamente proibido fotografar com flash e sem ele!! 
De dentro da ponte dos suspiros  

As celas dos presos que passavam a suspirar na a ponte
Já no pátio


Para a sossega e antes de dizer adeus havia que tomar algo na famosa praça, com as suas explanadas maravilhosas com orquestra e tudo.

As cervejas são grandes hem...
Menos mal que combinam com os preços...
Bem e é hora de voltar ao navio, porque há que recolher as malas para apanhar o avião de volta e lá fomos outra vez de vaporetti até ao porto absorvendo tudo que nos passava em volta, palácios, pontes, explanadas....





E para casa, mas não foi neste..