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terça-feira, 19 de março de 2019

Cheesecake de Framboesas

Mais um cheesecake, esta receita já estava na lista de espera desde o natal, foi uma prima que me deu, por ser a preferida lá de casa.
Não veio no natal, vem para o dia do pai.

Ficou excelente, se à primeira vista achamos que não vai dar fatia, porque não leva nada para prender, nada refiro-me a gelatina... mas prende e fica perfeito, foi o cheesecake mais bonito que fiz aé hoje, e o mais guloso também. uma tentação mesmo.

Para apreciadores de sobremesas mesmo docinhas este é o doce ideal, mas como leva limão não é enjoativo, lembra a mousse de lima, só que mais denso.

sábado, 15 de dezembro de 2018

Doce de mogango com nozes

Para quem não sabe mogango é um tipo de abóbora que se usa muito na minha zona, lá chama-se assim, mas pesquisando imagens semelhantes, encontro outros nomes, moranga e no continente têm uma parecida e chamam-lhe bolina.

É uma abóbora de cor laranja, tanto por dentro como por fora.

Na minha zona este doce tem que levar nozes e eu adoro, é dos meus doces favoritos e lá na serra servem muito com requeijão, um verdadeiro manjar dos deuses.

Este doce fiz mais docinho, porque fiz para oferecer e queria que ficasse bom para se conservar melhor.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Marmelada branca, mas não é de Odivelas

Mais uma dose de marmelada, todos os anos faço, porque é o único doce que o meu menino gosta e para variar no pão que lhe envio para a escola faço sempre e de vez em quando lá vai no lanchinho.

Os marmelos sempre 100% biológicos, muitos furinhos e alguns bichinhos também.


sábado, 2 de setembro de 2017

Doce de courgette aromatizado com limão e canela

Fim de férias, a escola à porta, época de retomar as actividades rotineiras.

Fazer doces não é rotina, mas um prazer para mim, adoro fazer doces, tenho pena de ninguém comer muito cá em casa, por isso faço poucos.
Doce de courgette nunca tinha feito, mas já há algum tempo que andava com vontade de experimentar.
Este ano como tivemos uma grande produção, na nossa quinta e ainda me ofereceram algumas e já congelei para a sopinha do ano inteiro, resolvi fazer um pouco de doce.

Mas..... com pouco açúcar como manda a tradição cá em casa


2 kg de courgette
700 Gr de açúcar
Casca de 1 limão
2 paus de canela

Descascar as courgettes e estas como eram já grandes demais, retirei toda a polpa e sementes.
Partir em cubinhos e meter no tacho, por cima colocar o açúcar, a casca do limão e os paus de canela e deixar macerar por 15 ou 20 minutos, para o açúcar derreter.

Levar ao lume brando até atingir ponto (quando se deixa cair doce da colher forma uma bolinha leve).

No robot de cozinha, pulverizar primeiro a casca do limão 10seg vel.5
meter os cubos da courgette no copo, junto com o açúcar e o pau de canela e programar 30min. 100º vel.2 quando atingir a temperatura, substituir o copo medida pelo cesto, e no final do tempo verificar a consistência do doce, se estiver muito liquida, por mais 10min. 120ºvel2 a gosto.


Meter em frascos com tampa de metal, com o doce ainda a ferver e apertar bem a tampa, não precisa inverter os frascos porque o doce conserva-se na perfeição, ao arrefecer forma-se vácuo e não havendo ar não há "bichos", é assim que conservo os meus e aguentam-se anos se for preciso....

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Compota de ameixa e maçã


Quando vejo receitas de doces por aí que pedem igual peso de açúcar e fruta ou até mais, até fico com os olhos em bico...., este levou 1/3 açúcar do peso de fruta e está doce q.b.

Comprei ameixas no supermercado e não se comiam, de estar nas câmaras frigoríficas ou não sei, eram farinhentas tipo as maçãs vermelhas de antigamente.

Resolvi mete-las na panela e como eram poucas, juntei-lhe umas maçãs e pouquinho açúcar para bem da nossa saúde :)

300gr de ameixa vermelha
300 gr de maçã
200 gr de açúcar
1 colher de café de erva doce

Cortei a fruta em pedacinhos e as ameixas com casca e tudo, meti na panela e meti o açúcar em cima, levei ao lume brando para o açúcar começar a derreter e criar molho para não queimar, depois aumentei um pouco.
Juntei erva doce para varias do pau de canela e fiquei fã, fica delicioso o sabor.
Deixar cozinhar até quase secar o molho e fazer "ponto de açúcar", eu vejo sempre da mesma maneira, levanto uma colher com um pouco de molho e deixo cair, se fizer uma bolinha na ponta tipo açúcar em ponto e estiver grosso, para mim está no pronto.


Ficou com uma cor fantástica e sabor delicioso.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Doce de pêssego e alperce exótico

As produções da quinta de há um tempo para cá andam um bocado em baixa, temos tido pouco tempo para lá ir e quando vamos está tudo tão abandonado que nem apetece lá fazer nada, mas a fruta lá vai produzindo sozinha e se vamos a tempo apanhamos alguma para comer, se não vamos e ainda conseguimos apanhamos para fazer doces e geleias.



Foi o caso destes pêssegos e alperces, alguns ainda conseguimos apanhar em bom estado, quando fomos buscar o resto já estava tudo a cair e tive que fazer doce e este foi uma doce e exótica mistura.

1,5kg de pêssego
0,5kg de alperce
900Gr de açúcar
meio limão
Meia colher de chá de mistura de especiarias, cardamomo, cravinho e canela
Retirei os caroços e parte da pele aos pêssegos e alperces e parti aos bocadinhos. meti na panela em lume brando com o açúcar e meio limão, que espremi e meti a casca e tudo lá para dentro.

Quase no fim meti uma pitada de uma mistura de especiarias, canela, cardamomo, cravinho e gengibre, um toque exótico e com uma pitadinha de picante muito discreta, um doce bem diferente mas delicioso.

domingo, 6 de novembro de 2011

Doce de quiwi com especiarias

Cá em casa, quem normalmente vai ás compras de mercearia de bairro, tipo fruta e pão de ultima hora é o marido e como tem a mania de comprar tudo muito, no outro dia foi e veio carregado de kiwis, que por acaso até tinham um aspecto excelente sem dúvida, mas o coração era amarguinho amarguinho, devem ter tido uma vida dificil e então eram intragáveis, nem sei bem descrever, nem ele que tem um espirito de sacrificio muito grande para estas coisas, come melão nem que seja abobora ou derretido de maduro, estes não os conseguiu engolir.

Vai daí lembrei-me de os converter em docinho, amaciar-lhes o sabor para lhes alegrar o fim da vida e com

1,1 kg de quiwi
500 gr de açúcar amarelo
1 pau de canela
3 a 4 cravinhos
1 pitada de uma mistura de especiarias, que uma colega me deu, já nem sei bem para que fim e em que o dominante é o gengibre.

Levei tudo á máquina do pão no programa de doces e lá fez o programinha normal, só que no fim não gostei da cara do doce, muito aguadinho, sem ar de ficar comestível sequer, talvez pelo pouco açúcar...

Virei tudo para uma panela e lá fou ao lume como os doces normais e toca a ferver por mais quase uma hora, para engrossar e ganhar ponto.

Ficou um doce delicioso, daqueles a repetir, e não só pelas especiarias, as sementinhas do qiwi no meio do doce dão-lhe um toque de sabor a noz, uma verdadeira delicia.

Nos meus doces já está mais que decidido que aquela teoria de 1 kilo de fruta para 1 kilo de açúcar está mais que demodé, isso era no tempo em que as nossas avós faziam doces e marmeladas para todo o ano e precisava de muito açúcar para conservar, porque o doce da fruta com algum açúcar é mais que suficiente, a prová-lo estão estes qiwis super-ácidos e ainda por cima amargos, cá em casa metade é a regra e ninguem diga que não ficam doces....

Uma verdadeira delicia

domingo, 23 de outubro de 2011

Mais um doce de ameixa

Adoro fazer doces, não me canso de o dizer, nem de os fazer, tenho sempre um monte de frascos diferentes na despensa e no frigorifico, claro que não comemos tudo ou estariamos já diabéticos, sempre que vem alguem a casa e se fala no assunto lá sai com um frasquinho na mão, mas como já disse a quantidade de açúcar também já foi bastante reduzida cá em casa, por isso também não fazem muito mal os meus docinhos.

A fruta para doce salvo raras excepções é biológica, ou vem da quinta ou de alguma quinta de alguem amigo ou de familia. Estas ameixas vieram da sogra, de uma árvore que raramente dá, por causa do frio da zona, mas este ano estava carregadinha e quando lá fomos buscar estavam já um pouco passadas e como eram muitas resolvi mete-las na panela e elas nem se chatearam nada.

A cor delas é sempre verde, mesmo quando já se estão a desfazer por dentro, nem sei que variedade é esta, já me disseram que são abrunhos franceses e que seriam rainhas claudias, estas vieram mesmo da zona de lamego e nem a princesas chegaram

Com meia pele e com os caroços por inteiro, porque como são pequeninas não havia paciencia para os tirar, lá foram para a panela só com metade do açúcar do peso da fruta, até porque estas ameixinhas são puro açúcar, docinhas docinhas.

Quando a fruta começa a cozer, os caroços começam a soltar-se e é só caçá-los com uma escumadeira e se os quiser chupar é uma delicia :-) deixar ganhar ponto mas não muito forte.
No fim como tinha umas peles á vista triturei com a varinha mágica e ficou um puré delicioso, onde o sabor da ameixa fica perfeito.
Acondiciono em frascos com tampa de metal e fecho logo ainda com o doce a ferver, pois assim cria um vácuo e não deixa aparecer fungos, mas com esta quantidade de açúcar que eu ponho, não se conservam por muito tempo depois de abertos, eu deixo-os no frigorifico depois de abertos e aguentam mais um pouco, mas como têm pouco açúcar podemos come-los bem rápido.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Doce de ameixa com uma pitada de baunilha

Que adoro fazer doces e compotas já não é novidade, se tivesse montes de frutas á disposição teria que ir para o mercado vender, porque não haveria quem consumisse tanto doce.

Este foi mais um de ameixa, este foi feito com uma mistura de duas variedades, umas que tenho na quinta as amarelinhas por dentro e as vermelhas deram-me, como tinha muitas, também dei algumas das minhas e as que não conseguimos comer foram para a panela e fiz um docinho muito colorido.
1kg de ameixas 
500gr de açúcar amarelo
Meia colher de chá de baunilha em pó

Retirei os caroços, mas deixei a pele, parti aos pedacinhos e levei ao lume com o açúcar amarelo e a baunilha em pó.

Deixei cozinhar em lume brando até fazer ponto e o molho ficar espesso.

Retirei do lume e acondicionei logo em frascos de vidro, ficou com uma cor fantástica
Um aroma espectacular, que mistura o aroma da ameixa e o da baunilha, o sabor ficou maravilhosamente suave, com pão de centeio da serra da estrela não há melhor.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Doce de cereja

Este doce fiz com umas cerejas de aspecto exterior belissimas, grandes, bem vermelhinhas e ainda por cima duras, mas com um coração inquinado, cheinho de bichos, biológicas a 100% foi o que deu e eu como já sei que cereja apanha muito bicho, não como nenhuma sem as abrir primeiro e em cada 10 apenas uma não teria bicho, por isso para não as deitar fora porque eram muitas, já que não as consigo comer, nem deixar comer a ninguém, resolvi fazer doce.

Lembro-me de quando era pequena a minha mãe fazia doce que eu pensava ser de cereja, mas afinal era de ginja, com caroço e tudo,mas como estas tinham a particularidade das proteinas, não tive coragem de as meter inteiras e passei duas tardes recreativas a abrir cada uma por si e a retirar caroço e bicho para fazer um docinho.

Não procurei receita nenhuma e fiz á minha maneira.


terça-feira, 3 de maio de 2011

Bolo de Chila e Noz

Finalmente dei utilidade a um dos frascos que ainda tinha cá em casa do doce de chila que fiz há montes de tempo e que ainda não lhe tinha dado outra utilidade a não ser oferecer aos amigos.
Fiquei de tal modo traumatizada com a elaboração dele que o meti no frigorifico, para não se estragar e para lá ficou, mas ainda estava óptimo, o sabor estava bom, digo isto, porque só agora o provei.

domingo, 14 de novembro de 2010

Em época de marmelos marmelada...

Pois é este ano já pensava que não iria fazer marmelada, porque com a vida atribulada dos ultimos tempos, não temos ido á quinta e quando fui encontrei os marmelos todos no chão, mas como quem tem amigos não morre debaixo da ponte, cá veio ter a casa directamente de trás-os-montes um belo saquinho deles.

A receita para mim e depois de várias pesquisas é sempre a mesma, ainda estive tentada a fazer uma com uma amostra de açúcar, mas a Moirinha fez o favor de me alertar que essa é só para bimbólicas o que não é o meu caso.

Assim fiz dois kg á minha maneira, isto é, á maneira da minha mãe e experimentei fazer uma na panela de pressão, como já vi e ouvi por aí que também fazem, pois o resultado ia sendo desastroso, não fosse eu estar por perto, é que logo que o bilro começou a andar desatou a espumar e a espuma a transformar-se em liquido meio gelificado na tampa da panela!!!!! tive que desistir da ideia e abrir a dita cuja e deixar a coisa ferver com a panela aberta.

Para mim a versão das que já fiz e provei a minha é a melhor :-) modestia á parte, cada um gosta do que gosta.
Já tenho por aqui a versão passo a passo, desta vez medi a quantidade de água e deixo mais uma foto ou duas.

2 kg de polpa de marmelo
1,5kg de açúcar
0,5l de água.

Primero levo a cozer os marmelos com a casca e tudo, cozem muito rápidamente depois da água estar a ferver são uns minutitos.

Retiro-os da água, deixo arrefecer e descasco, muito mais fácil do que descascar em crú.
Parto aos pedacinhos e passo pelo passe-vite e guardo o puré.

Entretanto meto o açúcar junto com a água ao lume a ferver e fazer ponto, junto aqui o puré e deixo ferver um pouco, aqui o tempo depende se queremos que a marmelada dê fatia ou seja para barrar.
Resulta uma marmelada douradinha, com um sabor muito suave.

Em contrapartida a marmelada que fiz na panela de pressão, mas que não resultou e acabei com a panela aberta, fiz com as mesmas quantidades, só que descasquei os marmelos em crú e juntei tudo ao mesmo tempo, marmelo, açúcar, água e no fim triturei com a varinha, resultou uma marmelada mais vermelha, com uma textura diferente, mais lisa e de sabor mais intenso mas não quer dizer que sabe mais a marmelo.
Eu fico com a minha versão e ao pouco e pouco vou retirando uma gramita de açúcar de ano para ano.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Olha o belo figuinho

Se há fruta que eu adoro, uma delas são os figos, parece-me que seria capaz de comer um cabaz inteiro, de tanto que gosto deles.

Este ano posso dizer que já comi bem a minha parte, comecei bem cedo com os figos gigantes de pele arroxeada e agora continuo com os pingo de mel.

Os primeiros vieram lá da serra de um tio que tem Figueiras gigantes que produzem kilos e kilos, os ultimos tenho comido de uma figueira da comunidade que encontrei no outro dia quando passeava pelo meu bairro a pé e agora lá da minha quintinha, onde tenho uma figueirinha pequenina mas que este ano já vai dar bastantes.

Os da quinta estão tão docinhos, que até ficamos com as mãos todas meladas só de os apanhar e para vêr como estão docinhos, olha só quem anda a comer neles, e eu que pensava serem só os passarinhos!!!

E se não nos despachamos ficamos sem nada, porque os danados deixam só a casca pendurada na árvore
Assim como já matei o desejo de os comer ao natural, com pão, com queijo  e sei lá com mais quê....
já fiz três frasquinhos de doce

1kg de figos de pele arroxeada
500gr de açúcar amarelo
1 pau de canela
1 chávena de nozes picadas

Parti os figos de modo grosseiro e deixei parte da pele, retirei apenas o pé mais grosso, a ponta do outro lado e alguns pedaços já meio estragados.

Juntei o açúcar amarelo e o pau de canela.

Tudo ao lume a ferver em lume brando durante o tempo necessário para ganhar uma certa consistência que para mim está no ponto, quando eu levanto a colher de pau e deixo pingar até o ultimo pingo demorar a cair formando um pingo grosso que deixa um rasto não de fio mas mais grosso.

No fim junto as nozes picadas de modo grosseiro e envolvo tudo, as nozes podem ser mais, porque ficam deliciosas no meio do doce, eu meti uma chávena, porque tive preguiça de partir mais.


Em cima de umas rodelinhas de queijo chevre e uma fatia de broa de milho fica um verdadeiro manjar.

E o meu quinteirinho a espreitá-los por entre as folhas e a apanhar verdes e maduros também é do melhor que há

sábado, 6 de março de 2010

Compota de abobora com coco

Desde que vi este docinho lá no blog da Ameixinha que não me saiu da cabeça, porque tinha uma abóbora gigante na garagem em fila à espera de uma oportunidade para saltar para a panela e para a arca congeladora e também porque já tinha ouvido falar de doces com coco e nunca tinha experimentado.

Assim hoje foi o dia, para além de estar um tempo de fugir, chuva e mais chuva e mais ventania e mais uma dor de garganta que não me larga, foi dia de ficar em casa e arrumar a dita arca para lá caber a abobrinha que dará para muita sopinha e para o docinho.

Fui buscar a receita da ameixinha e aproveitei para experimentar fazer doce na panela de pressão que também nunca tinha feito, ainda que também já ouvi dizer que é uma maravilha.
Para mim não foi nada de especial, não sei se por causa da placa ser vitrocerâmica e a panela ser das mais antigas, pouco próprias para estas placas tão sensíveis, a coisa demorou muito a começar a ferver, porque também tive medo de pôr na potência máxima antes que saísse  doce caramelado!!!


Bem então lá segui à risca o que a menina recomenda


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Doce de diospiro ou direi amargo de diopiro!!!

Diospiro ou kaki como também é conhecido é uma das minhas frutas preferidas, aliás preferidas para mim são quase todas as frutas que tem uma duração limitada, ou seja só há mesmo na época delas, tipo figo, cereja, diospiro e sei lá que mais.


O disopiro quando ainda não está maduro é impossível de comer pelo aspero que deixa na boca, estes que eu utilizei, vieram da quinta, porque como eu gosto tanto o marido resolveu plantar lá uma árvore.

Os frutinhos são pequeninos, não sei se é da variedade ou se é da árvore ainda ser pequena e por isso também quando lá fomos muitos estavam já no chão, eu pensei que os que ainda estivessem em bom estado iriam para a panela para fazer doce e lá os apanhei com cuidado, porque estavam madurissimos para não dizer madurerrimos!!!! o que me faz não entender o que aconteceu ao meu docinho!!!!

Antes de fazer o doce á minha maneira, vim pesquizar ao sitio do costume para ver se encontrava alguma receitinha maravilhosa e encontrei a mesma receita em vários sites e blogs e todos dizem maravilhas do doce!!! e o meu doce ficou intragável!!!!
será que o fizeram??? pergunto eu!!!
ou será que se limitaram a copiar a receita e pespega-la lá!!!!
porque se vê em varios sitios o mesmo texto exactamente copiado á letra sem identificar a origem!!!


Descasquei os diospiros, obtive uma polpa deliciosa docinha e sem nada áspero

Juntei a casquinha do limão e o açúcar e foi ao lume tal como todos os doces

Fez uma espumarada, tal como eu tinha lido em algum sitio e no inicio estava tudo bem...

Só que á medida que foi ganhando ponto e perdendo o liquido aquilo começou a ganhar um áspero que é caracteristico dos diospiros quando ainda não estão maduros, um áspero que se pega á lingua e parece que a deixa encortiçada!!!! pois foi isso que aconteceu ao meu docinho!!!!


Só postei aqui para chamar a atenção para a situação e para saber se alguem já teve a mesma experiencia ou me sabe dar alguma explicação!!! porque pelas montes de receitas que se encontram por aí é tudo maravilhas!!!!

O destino final!!!

só tenho pena quando olho para a tacinha da polpa, tinha-me sabido pelos deuses!!!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Doce de figo

Quando vi este doce no blog da Moira, até comentei que era incapaz de fazer doce de figo, por gostar tanto deles e ter pena de os "desperdiçar" em doce.


Só que o destino trouxe-me a oportunidade, um vizinho deu-me um baldinho deles e eu com a azafama de tratar do pequenito, esqueci-me deles e deixei-os fechados no baldinho, sem meter no frigorifico, no dia seguinte tinham um dedo de altura de molho a fermentar no fundo e alguns com bolor!!!! talvez por já estarem alguns muito maduros e terem apanhado uma chuvinha.


Vai daí meti mãos á obra e escolhi os melhores para fazer doce e o resto foi para o lixo!!!


A receitinha dela com as minhas poucas alterações.

500 g de figos sem casca e cortados grosseiramente (usei 600 gr)
300 g de açúcar (Meti mais 40gr)
2 colheres de sopa de vinho do porto ou outro vinho licoroso
1 pau de canela
1 colher de sopa de sumo de limão
70 g de nozes picadas grosseiramente

Meter tudo, excepto as nozes, num tacho ao lume e deixar ferver em lume brando até ganhar ponto.


Juntar as nozes e deixar só mais uns minutitos.


Ao meu aconteceu um fenómeno engraçado, as grainhas dos frutos epararam-se e ficaram no cimo a boiar, eu como não gostei do aspecto retirei com uma colher o máximo que consegui.

Acondicionar em frascos bem limpos com tampa de metal e enrroscar ainda quente, ganha vácuo e não se estraga.

O doce ficou um verdadeiro manjar dos deuses, a tacinha que não coube no frasco desapareceu como por magia em minutos ainda quente, com pãozinho quente então é de comer e chorar por mais :-)