segunda-feira, 29 de maio de 2017

Panquecas de queijo fresco

Cá em casa ao domingo muitas vezes acordo ao som do -Mamã podes fazer panquecas......

A maioria das vezes faço sempre as mesma, fáceis e que já tenho por aqui no blog, mas há algum tempo vi estas no blog da Luísa Alexandra em que ela dizia serem as melhores que já comeu e decidi fazer e ficam efectivamente muito boas :) altas e fofinhas.


1 queijo fresco(250gr)
25gr de açúcar
3 ovos
100gr de farinha
1 colher de sobremesa de fermento
1 pitada de flor de sal
Raspa de limão.

Esmagar o queijo fresco e mistura-se muito bem com os ovos. Em seguida juntam-se os outros ingredientes e bate-se bem até ficar uma mistura homogénea.

No robot de cozinha meter o queijo fresco e dar um toques de turbo. Juntar os ovos e na velocidade 4 bater e juntar os restantes ingredientes pelo copo, deixar uns minutitos até estar um creme bem homogéneo.

Untar uma frigideira anti-aderente com óleo e fritar as panquecas do tamanho desejado, maiores ou mais pequenas, porque a massa fica espessa e dá para dosear melhor que as massas mais fluídas.

A cobertura é a gosto, Cá em casa os gostos são bem diversificados, o mais pequeno ou come sem nada ou só com chocolate, o mais velho só com canela ou mel e eu gulosa, gosto com tudo, mel, doces, chocolate.......

A fotografia não é a mais apelativa, porque como faço tantas panquecas agora, decidi comprar uma superfrigideira de cerâmica, só que não me entendi muito bem com ela.... demorou muito a aquecer, e depois é tão antiaderente e tão grande que nem conseguia "caçar" as panquecas e acabaram um pouco queimadas, mas gostámos muito.
Alguém tem experiência com estas frigideiras de cerâmica? é mesmo assim, demoram a aquecer, ou é a minha que tem defeito, nunca tinha experimentado nenhuma....

Quem já segue a minha página de  facebook ainda é bebé mas já tem alguns seguidores :)

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Arroz aromático

Arroz aromático quem gosta?

Eu não conhecia, mas fiquei fã, muito saboroso, aromático e excelente acompanhamento para pratos mais condimentados e exóticos.

É um arroz que fica muito soltinho mas cozido, bem ao meu gosto que não aprecio nada arroz seco e all dente....

1 copo de arroz aromático Bom Sucesso
2 copos de água
2 dentes de alho
Azeite
Vinho branco (1/3 de copo)
Sal q.b.

Picar os alhos e levar a alourar com azeite suficiente para cobrir o fundo.
Assim que começar a ferver, juntar o arroz e mexer com uma colher de pau até que o arroz fique transparente e absorva parte do azeite. Juntei aqui um pouco de vinho só para refrescar e dar um pouco mais de sabor, mexe-se bem.

Em seguida juntar a quantidade de água a ferver com cuidado porque borbulha muito, temperar com sal a gosto, tapar e deixar ferver em lume brando durante 12 minutos.

Apague e tape com um pano e deixe uns minutitos para secar mais um pouco.


Fica delicioso, muito aromático, soltinho, mas bem cozido sem empapar.


Estamos fãs deste arroz cá em casa,eu que nem gostava muito de arroz assim branco e solto adoro este :) com camarões, com caril de choco ou outros.

domingo, 21 de maio de 2017

Paris-Brest com recheio de natas e morangos e Massa de Choux

Quem gosta de Massa de Choux?
Eu adoro :)

A massa de Choux é a massa que se utiliza para fazer vários bolos e bolinhos, os famosos profiteroles, eclaires, o famoso saint Honoré, o Paris Brest e outros.... é uma massa que à mão é um bocadinho chata para fazer, mas nos amigos robots de cozinha é um must, facílimo, é muito versátil, porque permite para além destes bolos doces fazer salgados.

Profiteroles já fiz muitas vezes, este tinha na ideia fazer há muito, acho um bolo bonito e como gosto da massa e do recheio que pensei, resolvi fazer agora que estamos na época dos morangos

O nome também é engraçado e fora do comum, Paris-Brest porque foi criado para comemorar os 20 anos da corrida de bicicleta Paris-Brest-Paris, a forma circular é alusiva ás rodas das bicicletas.
"De acordo com alguns livros de receitas, um cozinheiro com o nome de Pantarelli ou Pantanelli inventou a massa em 1540, sete anos depois que ele deixou Florença com Catherine de 'Medici e sua corte. Ele usou a massa para fazer um gâteau e chamou-lhe pâte à Pantanelli . Ao longo do tempo, a receita da massa evoluiu, e o nome mudou para pâte à popelin , que foi usado para fazer popelins, pequenos bolos feitos na forma de seios de uma mulher.
Então, Avice, um pâtissier no século XVIII, criou o que então eram chamados pãezinhos de choux. O nome da massa transformou-se em pâte à choux , pois os pães de Avice pareciam couves-choux em francês In Wikipédia" .
Este meu bolo teve dois percalços no caminho, na primeira fase, quando metia a massa com o saco de pasteleiro e o bico se desencaixou.... e como a massa é grossa e eu estava a carregar com força, a massa saiu a jato e logo o desenho que estava belíssimo, deixou de estar..... para além disso tive que por a massa toda, porque no desaire nem pensei que podia ter recolhido a massa novamente e começar de novo.
Por isso desenhei o bolo no papel com uma colher e usei a massa toda, pareceu-me grande, mas.... lá foi para o forno.

.....o bolo ficou enormeeee, nem tinha nenhum prato para por tamanha roda :) mas nada que não se resolva, parti a roda e fiz uma coisa muito mais bonita que o original :) até porque ninguém come o bolo inteiro :)


Paris-Brest receita do robot mais famoso do pedaço :)

250 gr de água
160 gr de farinha
100 gr de manteiga
1 colher de chá de sal
1 pitada de açúcar.
4 ovos


Primeiro coloque um recipiente sobre o copo da máquina e pese a farinha e reserve.
No copo da máquina meter todos os ingredientes excepto os ovos e programar 5min.100º vel.2
Adicione a farinha toda de uma vez e programe 15 seg vel.4
retire o copo da máquina e deixe arrefecer durante 20 min.

Coloque novamente o copo e com a máquina a trabalhar na vel.4 junte um ovo de cada vez, assim que o anterior estiver bem misturado.

Retire a massa e meta no saco de pasteleiro e deixe repousar mais 30 min.


De modo tradicional é exactamente igual, levar tudo ao lume e deixar ferver, juntar a farinha toda de uma só vez e mexer muito bem até a massa descolar das paredes do tacho  e depois de arrefecer, juntar os ovos e mexer bem até estarem todos muito bem incorporados.

Depois é só fazer um circulo com a massa num tabuleiro untado e polvilhado, ou em papel vegetal e ir andando á volta até ter o tamanho desejado.

Vai ao forno pré aquecido a 180º durante 15 minutos, depois baixa-se para 170 e coze mais 20 min.


Retirar deixar arrefecer e abrir ao meio para rechear com chantilly e morangos, pode ser outro tipo de creme ou recheio, fica bem também com recheios salgados.



quinta-feira, 18 de maio de 2017

Mousse cremosa de Morango

Dizem que quando temos limões fazemos limonada, eu tenho morangos a mais então faço docinhos de morango :)

Esta sobremesa que por certo ficou deliciosa, simples e rápida foi feita para aproveitar uns morangos que vieram já meios murchos, os de cima na caixa tinham optimo aspecto, os de baixo nem por isso.


1 lata de leite condensado
400 gr de iogurte grego natural
300 ml de polpa de morango
100ml de leite meio gordo
1 envelope de agar agar

Bater o iogurte com o leite condensado e por ultimo envolver a polpa de morango, não pesei, só depois de triturar é que me lembrei, mas o resultado deu mais ou menos 300 ml de polpa.

No robot de cozinha, triturei primeiro os morangos e reservei. 1 min vel.5.
Depois meti o leite condensado no copo e na vel.4 fui adicionando o iogurte grego, a polpa de morango e o agar agar dissolvido no leite.

O agar agar, nunca tinha usado e tenho uma caixa da vahiné que resolvi aplicar, mas não percebi bem o modo de preparar por isso dissolvi a carteira numa colher de sopa de água e juntei o leite e levei ao microondas para engrossar, demorou o tempo em que o leite levantou fervura, abri e mexi bem.

Juntei ao creme de morangos e o resultado foi um creme com textura, ou seja notava-se uma espécie de grumos, mas muito agradável, quem não soube da experiência não notou nada e gostou :)
Guardei um pouco da polpa do morango para decorar, meti por cima do doce e com uma colher de café fiz uns desenhos.


Na taça com mirtilos combina muito bem.

domingo, 14 de maio de 2017

Auschwitz e Birkenau - "Arbeit macht frei"

“Pela primeira vez apercebemo-nos de que a nossa língua
 carece de palavras para exprimir esta ofensa: 
a destruição de um homem. 
(...) Já nada nos pertence:
 tiraram-nos a roupa, os sapatos, até os cabelos; 
se falarmos, não nos escutarão,
 e se nos escutassem, não nos perceberiam”
Se isto é um homem Primo Levi .


Porquê visitar campos de concentração? Foi uma pergunta que me fizeram....
O desejo de ver com os meus olhos o que li e vi nos livros, em filmes e documentários....
Uma espécie de vontade de ver se aquilo de facto aconteceu, num pais civilizado como a Alemanha e numa historia tão recente......

E à chegada num dia nublado e frio lá estava Arbeit macht frei - o trabalho liberta....

 
Auschwitz é o nome de uma rede de campos de concentração localizados na região sul da Polónia, anexada pela Alemanha Nazista o maior símbolo do holocausto perpetrado pelo nazismo durante a segunda guerra mundial.






A razão da sua construção deve-se ao facto do enorme numero de prisioneiros que os nazis fizeram, principalmente judeus que excediam a capacidade das prisões existentes.









Este foi o maior dos campos de concentração nazistas, composto por 3 campos principais,
Auschwitz I (Stammlager, campo principal e centro administrativo)
Auschwitz II - Birkenau (campo de exterminio) o lugar escolhido para a solução final.
Auschwitz III - Monowitz (campo de trabalhos forçados)
.......e mais de 30 campos satélites





Os que visitámos foram o I e II


Os campos são enormes e enorme é a multidão que por lá circula, mas o silencio, impera, o respeito com que a maioria das pessoas circula por lá é notório, o que se ouve são os passos dos visitantes, o caminhar....


Na entrada e para quem vai com visita guiada é-nos cedido um aparelho com phones para que sintonizemos o canal pelo qual a nossa guia vai falar e assim também os guias falam baixo e nem isso perturba a passagem pelo campo e vários blocos....


Auschwitz era o nome alemão da cidade de Oswiecim em volta da qual os campos eram localizados. Birkenau tradução alemã de Brzezinka, uma pequena cidade que foi desalojada e destruída para a construção do campo.



Ao longo da visita que começa em Auschwitz I vamo-nos apercebendo do terror que ali se viveu, ainda que neste as condições eram "excelentes" e os blocos se encontrem em perfeitas condições de conservação é aqui que funciona a maior parte do museu, onde está exposta uma amostra considerável do espólio que restou e que nos permite começar a entrar na dura realidade.


No bloco 4 é relatado o processo de extermínio, lá estão expostos mapas e fotos do campo em operação, cópias do registo de prisioneiros e maquetas das câmaras de gás, as latas do gás Zyklon.
É neste bloco que estão também expostos kilos de cabelo humano, usados para forrar casacos dos soldados, e vendido para fábricas de tecidos finos, é proibido tirar fotografias.






No bloco 5 estão expostos os bens retirados aos prisioneiros logo á sua chegada ao campo, utensílios de cozinha, escovas,malas sapatos.....






No bloco 6 é relatada a maneira como eram registados, lhes era atribuído um numero e como eram classificados....

É no bloco 11 que nos apercebemos do horror vivido, ao atravessar o corredor de entrada com as muitas fotografias com os rostos inexpressivos dos prisioneiros e a sua data de entrada e saída (morte), muitos duravam apenas dias ou meses...



as salas laterais umas com palha e outras com uns "colchões" no chão,



 as latrinas sujas e comunitárias sem qualquer privacidade



Os dormitórios que segundo a guia estes eram muito bons e eram reservados só a prisioneiros com condições de trabalhar





E para culminar a descida ás catacumbas, a prisão dentro da prisão, as celas mais claustrofóbicas que se possa imaginar estão aí, onde os que tentavam quebrar as regras ou fugir, eram postos de castigo, à fome e ao frio, alguns metidos em celas que nem é possível imaginar como cabia uma pessoa, eram aí colocados 4 prisioneiros e onde por vezes colocavam velas acesas no único respiradouro para ajudar a queimar o oxigénio..... atravessar aqueles corredores é torturante, claustrofóbico espreitar aqui e ali nos buracos das portas imaginar.....

Aqui não é permitido tirar fotos, deixo a mesa onde eram ditadas as sentenças.


Foi nestas celas que foi experimentado pela primeira vez o Gás Zyklon B, um pesticida altamente letal e como teve sucesso adoptaram-no como meio de extermínio em massa, adaptando um antigo bunker para câmara de gás.

Ao lado do bloco, a parede/muro das execuções, mas as janelas estavam tapadas..... para que os outros prisioneiros não vissem....


Para quem pensa que as câmaras de gás/crematórios era o pior nos campos, desengane-se o terror psicológico infringido aos prisioneiros neste e noutros pavilhões está bem presente em todo campo.

O bloco 21 era temido porque era aí que os médicos faziam experiências terríveis com os prisioneiros, esterilizar e inseminar as mulheres com vista a gravidez de gémeos para depois aplicar eliminando umas raças e aumentando a raça pura ariana.
Os que iam lá por doença era apenas para serem avaliados se tinham condições de continuar ou se seguiam para a solução final....


É na câmara de gás e crematório que funcionou até que as de Birkenau ficassem prontas, que termina a visita a Auschwitz I





A guilhotina onde foi decapitado Herman Hoss que viveu com a sua família numa vivenda paredes meias com o campo


Birkenau é o mais conhecido como Auschwitz, enorme, impressionante chegar lá e ver aquele imponente edifício com os carris do comboio a passar por baixo da torre, comboios que transportavam os prisioneiros para a "Solução final para o problema Judeu", o extermínio dos Judeus como povo.




Depois de chegarem nas carruagens fechadas e claustrofóbicas os prisioneiros eram seleccionados e divididos, homens para um lado e mulheres para o outro.


Homens para um lado



Mulheres para o outro,  depois de começar a funcionar o campo esteve 1 ano sem água....




Foi aqui que foi construído o maior numero de câmaras de gás e crematórios, em 1943 estavam todos a funcionar.

Tanque onde eram depositadas as cinzas retiradas dos crematórios tem agora um monumento



"A parte suja" dessa tarefa nas câmaras e crematórios era deixada para os prisioneiros......
A tarefa de retirar das câmaras de gás os corpos era feita por judeus seleccionados para esse fim os Sonderkommando, eram obrigados a isso em troca de suas vidas e ainda tinham que lhes retirar os dentes de ouro, antes de os meterem nos crematórios..... o que eles não sabiam era que passado pouco tempo também eles seguiam o mesmo fim.


Em toda a visita tive sempre presente o Livro de Primo Levi, Se isto é um homem, a grande interrogação dele, com a tortura que passaram nos campos, as humilhações e privações de tudo, toda esta mecânica de organização dos campos em que os prisioneiros eram obrigados a fazer coisas terríveis e em que os prisioneiros eles próprios faziam coisas que ele achava aberrantes, tal como esperar que alguém morresse para lhe roubar as botas, o homem reduzido a nada... como conseguiram sobreviver a isto.... ele consegui, mas suicidou-se passado algum tempo, não conseguiu resistir a esta tortura psicológica.....


Quando deram conta que tinham perdido a guerra os alemães tentaram destruir o máximo de provas dos crimes aí cometidos.
Por isso os crematórios e câmaras de gás, estão destruídos e foi aí construído um monumento de homenagem aos judeus mortos.



A maioria dos barracões estão de tal modo fragilizados que não é permitida a entrada, mas no único que entrámos deu para perceber as condições "infrahumanas" que aí se viveram.....



Monumento de homenagem ás vitimas do holocausto a placa escrita em hebraico



Foi uma visita marcante, o campo está tal como ficou no fim do seu encerramento, apenas alguns pavilhões do Auschwitz I sofreram alterações porque como funciona como museu, foram ligeiramente alterados na sua estrutura interna para melhor expor o espólio existente.

Como visitar Auschwitz:
As visitas podem ser feitas de modo livre e não se paga nada, apenas se tem que tirar bilhete para que conste para a estatística, existem autocarros grátis que circulam entre os dois campos que distam apenas 3 km, a paragem é em frente da entrada, para ir sem guia terá que entrar nos campos antes das 10h ou depois das 15h.

Quem quiser visita guiada convém comprar o bilhete e marcar com antecedência na língua desejada, para não ter surpresas.

Com alguma antecedência o melhor é marcar no site oficial do campo, muito mais barato do que nos operadores locais, o preço que consta lá é em Zlotis, o que por vezes causa alguma confusão e podemos até pedir uma reserva não padrão se formos em grupo menor que 10 e teremos um guia só para nós.
Nestes casos terá que chegar também a Oswiecim (nome da cidade onde ficam os campos) por sua conta.
De comboio 1h30 informações aqui ou de autocarro e esta empresa faz esse trajecto e pára mesmo á porta.

Nós fomos com visita guiada e marcámos no site Cracovia.net, porque quando tentámos marcar no oficial já estava esgotado em espanhol e inglês para os dias desejados, as línguas que esgotam mais rápido.
A reserva fizemos cá na net e correu tudo muito bem, mas lá em todas as esquinas há sítios para comprar as excursões e o preço é o mesmo da net.

 Fomos com visita guiada, para melhor perceber e não passar por ali como por um museu qualquer.
Tenho por experiência de outras viagens que andar de modo livre tem algumas vantagens, mas em determinados casos tem vantagem ir com guia, pessoas locais, estudiosos que nos contam a história de um modo mais sentido, muito diferente de ler nos guias e algumas histórias que nem sequer constam....
Esta excursão que comprámos incluiu o transporte a partir de Cracóvia.

Outro site que considerámos foi o Getyourguide


Algumas considerações:
No campo não entram carteiras nem mochilas maiores que uma folha de papel A4 e são rígidos nisso, ou deixa no autocarro se for com transporte ou nos cacifos que disponibilizam na recepção.
Pode-se fotografar em quase todos o campo sem flash, apenas alguns sítios não se pode.
A visita não é recomendada a crianças menores que 14 anos mas não é proibido.
Recomenda-se silencio e respeito, não é bonito andar a tirar selfies em frente de cinzas..... enquanto as guias contam a história....

Aqueles que não recordam o passado 
estão condenados a repeti-lo