sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz Ano Novo

Que 2010 vá em paz, porque a mim não me deixa saudades, se houve coisas boas, outras houve tão más que me sinto bem por ter terminado.

Desejo por isso para mim e para todos os meus amigos
Feliz 2011
Que 2011 seja um ano bom e traga para cada um, o que mais desejar, mas principalmente paz, saúde e amor.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal

Desejo um Feliz Natal a todos os meus amigos.


Porque o Natal é das crianças e se não fosse a minha este seria o pior Natal da minha vida deixo um postalinho ao gosto do meu menino.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Massinha reciclada

Cá em casa continuamos a comer e continuo a fazer as coisinhas do costume, mas a máquina fotográfica tem ficado esquecida, a vontade de de tirar fotografias e de escrever tem sido pouca.

Mas como a Rute me desafiou a participar no passatempo da reciclagem na cozinha, resolvi participar mesmo em cima do joelho á boa portuguesa, não é nada de especial, nem foi feito de propósito para isso, mas é uma reciclagem pura, daquelas que costumo fazer cá em casa.

Desde sempre cá em casa quando se trata de comida, nada se deita fora, tudo se transforma em novos pratos mais ou menos apetitosos, umas vezes corre bem e sabe a pouco e outras nem por isso, mas o lema é se há tanta gente a morrer de fome no mundo, não podemos desperdiçar, não me parece uma atitude muito razoável, mas também pelo controle das finanças que agora mais que nunca há que poupar.

Esta massa foi feita quase exclusivamente de aproveitamentos de coisas que por si só já não dariam para nada e de uma massa cozida que também não teria grande sorte noutra situação.

Umas fatias de fiambre e de bacon a precisar de consumo urgente.
Dois ou três pauzinhos de delicias que andavam para lá no congelador.
Uma latinha de cogumelos.
Uma tacinha de massa de lacinhos cozida que tinha sobrado.

Tudo salteado num fio de azeite e alho picado com um bocadinho de ketchup e mostarda e já está, rápido e eficiente.

Dependendo do tipo de sobras assim se adapta a receita, uma coisa que faço muito são quiches como já tenho aqui esta radicalissima e aqui uma mesmo de crise umas tortilhas e quem não conhece a famosa roupa velha, desde que sobrem batatas cozidas e legumes já está, um sem numero de ideias e muitas mais haverá.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Fátima, arte e religião

Este olhar sobre Fátima estava já há algum tempo começado, nunca o publiquei por falta de oportunidade ou disposição, como já há algum tempo que não trago nada sobre viagens, resolvi publicá-lo agora.

Tive uma educação católica, mas sou pouco praticante e tenho sempre muitas dúvidas em relação a este tema, mas talvez pela educação que tive, Fátima é um sitio onde me sinto bem, existe uma mistica no local, acredite-se ou não no que lá aconteceu, impressiona-me e comove-me a fé das pessoas que por ali passam, rezando, pedindo e pagando as suas promessas.

O principal ponto de interesse nesta cidade é o santuário e para além disto pouco conheço, mas tem um museu de cera interessante que recomendo.

Por agora deixo um pouco do contraste entre a basilica existentes antiga e clássica e a nova e ultramoderna Igreja da Santissima Trindade. 





A nova Igreja, de valor arquitectónico indiscutível, com esculturas e pinturas de valor igualmente indiscutível, mas polémicas e na minha maneira de ver um pouco frias para um local de culto como este e como quase tudo na igreja, uma afronta no valor investido, para a pobreza no mundo.

















quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Bolo/tarte de maçã

Mais um bolo/tarte de maçã e este é dos poucos que eu faço já quase a olho, sem balança sem batedeira, rápido e eficiente, sai sempre bem, salvo raras excepções e este foi o caso, porque com a pressa não deixei cozer bem e o fundo saiu um bocadinho colado á forma, mas não foi por isso que não se comeu.

Normalmente desenformo e volto a virar para outro prato e fica muito mais bonito, mas desta vez ficou mesmo de cara amarrada.


4 ovos
2 iogurtes naturais
10 colheres de sopa de açúcar
8 colheres de sopa de farinha
+/- 20gr de manteiga
3 ou 4 maçãs medias ou grandes



Bater ligeiramente á mão os ovos com o açúcar e juntar os iogurtes e a farinha batendo mais um bocadito.

Juntar a manteiga derretida e as maçãs descascadas e fatiadas fininhas e envolver tudo.

Deitar o preparado numa forma de preferencia sem buraco ou de aro de abrir, untada e polvilhada com farinha.

Levar ao forno a cozer a 200º durante 30 a 40 min.

É um bolo que não cresce muito e fica tipo enqueijado como eu adoro, as maçãs sobem enquanto coze, por isso fica mais bonito se depois de desenformar se virar para outro prato, para ficar com as maçãs á vista.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Tarte Árabe.

Há algum tempo que fiz esta tarte, tinha que fazer um doce para levar para casa de um amigo e á ultima hora não tinha ovos, logo esta foi uma alternativa simples e rápida.

Ainda que este é o tipo de sobremesa que eu raramente faço, pela grande quantidade de natas, mas como era para dividir por muita gente, nada a opor.

Retirei a receita do livro doce da nestlé.


1 Lata de leite Condensado
4 dl de natas
5 folhas de gelatina branca
3 colheres (sopa) de água
100 g de pistácios moidos(substitui por meio pacote de bolacha maria porque não tinha os ditos)
Cacau em pó

Ponha as folhas de gelatina de molho em água fria.
Bata bem as natas até que fiquem consistentes.
Junte-lhe o leite condensado continuando a bater.
Leve as folhas de gelatina, já demolhadas, com três colheres de sopa de água fria ao lume em banho-maria até dissolver completamente.

Polvilhe uma forma de tarte com os pistácios moídos e deite o creme por cima.
Decore com os restantes pistácios e o cacau em pó.

Leve ao frigorífico algumas horas antes de servir

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Um longo adeus

"A doença de Alzheimer é uma doença do cérebro (morte das células cerebrais e consequente atrofia do cérebro), progressiva, irreversível e com causas e tratamento ainda desconhecidos. Começa por atingir a memória e, progressivamente, as outras funções mentais, acabando por determinar a completa ausência de autonomia dos doentes....." 

Isto é o que toda a gente sabe, ou já ouviu falar sobre esta doença, aquilo que quase ninguém sabe é o processo por que um doente destes passa até chegar á tal completa ausência de autonomia.

Quando se fala nesta doença toda a gente associa á falta de memória, mas ninguém imagina o que está associado á falta de memória, toda a gente só pensa no esquecimento de factos e pessoas, mas o que lhe está associado é muito mais, é o esquecimento das letras e por conseguinte da leitura e da escrita, é o esquecimento da fala e por conseguinte da comunicação, é o esquecimento da função dos objectos e por conseguinte o esquecimento da sua utilidade, e nisto englobamos, talheres, cadeiras, sapatos, calças, sanita, banheira.... e por aí vai, ou seja para um doente destes é indiferente a utilidade de uma sanita ou de uma cadeira, tal como a diferença entre um garfo ou uma caneta, ele esqueceu-se do que é aquilo e para que serve.

Como exemplo chega para perceber um pouco o processo, mas se pensarmos que este processo não é uma coisa imediata, não corta de um dia para o outro a memória, ela vai-se perdendo aos poucos, alternando períodos de confusão com períodos de lucidez e se pensarmos que este processo se pode arrastar por 10 anos ou mais e que este processo pode começar  numa idade em que a pessoa está perfeitamente no activo, em que ainda trabalha e pensa que está no auge da vida, dá para perceber um pouco a angustia por que passam estes doentes durante muitos anos ao aperceberem-se de como estão a ficar e para a familia o sufoco de ver a pessoa a descer degraus que nunca mais voltará a subir, ver o doente treinar para não esquecer de apertar os sapatos, ver o doente treinar para não esquecer de escrever nem que seja o nome.......

Esta doença tem três fases perfeitamente definidas, uma em que só o doente sabe, a segunda em que o doente e a família sabem, terrivel para o doente e familia e a mais terrível para a família penso eu, em que já só a família sabe, em que vê o familiar degradar-se tanto e de um modo tão lento e desesperante e em que nada há para fazer, para além de tentar dar-lhe alguma qualidade de vida, que apesar de todo o esforço da família é quase impossível tratar em casa a partir de determinado patamar e aqui entra a parte pior do nosso sistema social, a falta de apoio, a todos os níveis e para além disso a rejeição por parte de todas as instituições, por incrível que pareça até nos hospitais estes doentes são rejeitados, ocupam camas, ficam caros e afinal não há nada a fazer!!!!!Até a familia é olhada de lado parece que são culpados de alguma coisa!!!!!

Outra coisa desesperante é o cuidado prestado a estes doentes em fase terminal nos hospitais, como são doentes que não se queixam, nem se mexem, muito rapidamente apanham as famosas escaras, ou feridas de decúbito ou ulceras de pressão, nomes pomposos para uma coisa que só acontece por falta de cuidado e desleixo por parte dos profissionais de saúde, outra, as famosas infecções hospitalares, ou nosocomiais, outro problema gravissimo em grande parte causado por falta de cuidados de higiene dos profissionais de saúde, que passam de doente em doente sem passar as mãos por um desinfectante nem por água sequer, e estamos a falar em hospitais acreditados!!!! e como se não bastasse, contaminam os doentes e mandam-nos para casa cheios de febre!!!!!!!! enfim mais uma situação desesperante perante a qual não podemos fazer grande coisa, podíamos reclamar, escrever, mas será que serviria de algo? ou serviria apenas para o doente passar a ser mais um elemento non grato.

E como se  todo este processo não fosse já doloroso demais, ainda falta para completar o ramo, o total abandono por grande parte dos amigos e até de uma fatia considerável da familia, porque -ele nem nos conhece, -ele nem fala!!!!!!!!!

Por esta angustia toda passou o meu pai durante 12 anos, agora queremos acreditar que estará em paz, porque partiu para um lugar melhor concerteza, onde se acabou a dor e o sofrimento.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sopa de lentilhas

Esta é uma sopa perfeitamente vulgar, a diferença é que leva uma leguminosa diferente, não tão usada como o feijão e o grão, por isso a trago aqui, com uma pequena explicação sobre as lentilhas e o seu valor alimentar, porque é uma leguminosa com bastante interesse e penso que bastante esquecida ou até desconhecida para muita gente.


Existem vários tipos de lentilhas, em geral contém 22 a 25% de proteínas. É rica em vitamina A, tiamina (B1), riboflavina (B2) e sais minerais, particularmente em cálcio, ferro, manganésio, potássio, fósforo, zinco e enxofre.
Muito nutritiva e sem dúvida a mais digesta de todas as leguminosas, pois normalmente não provoca flatulência.



Estimula o estômago, expulsa a bílis. É muito remineralizante e o cobre que contém reforça a sua


acção anti-anémica. Possui virtudes galactogénicas. É um alimento completo para trabalhos físicos, e deve consumir-se sobretudo durante a estação fria. Cozidas e esmagadas utilizam-se em cataplasmas para abcessos e todas as feridas purulentas ou inflamadas. Convém nos casos de úlceras na boca, dores cardíacas e hemorróides.

O seu consumo pode ainda ser benéfico em casos de fadiga intelectual, convalescência, insónia e insuficiência biliar.

A mistura "lentilhas-cereais" é excelente, pela complementaridade de aminoácidos que proporciona. No Próximo Oriente são consumidas com cevada ou trigo, e na Índia com arroz. Podem ser consumidas em grão completo, em grão descascado, em farinha, em puré, em croquetes, com massas, em patês, em estufados, germinadas, na sopa, na salada, em associação com espinafres ou acelgas.

Escaldadas em água a ferver antes de cozinhadas facilitam a digestão. É importante evitar que cozam demasiado, pois transformam-se em puré. As lentilhas são suculentas quando o seu gosto é realçado com plantas condimentares como o alho, louro, salsa, alecrim, segurelha e salva.
Informação retirada daqui

Eu cá em casa tenho sempre, mas só utilizo em sopa, porque também nunca procurei outras receitas para fazer e porque me parece que ao cozer se desfazem muito. Meti de molho mais ou menos uma hora antes de cozer, uma vantagem em relação a outras leguminosas, está sempre pronta e nem precisa panela de pressão.

1 chávena de lentilhas
2 batatas médias
2 cenouras grandes
1 cebola pequena
1 cabeça de nabo média
Couve repolho
Azeite e sal q.b.

O modo de fazer é o tradicional, tudo a cozer, excepto uma cenoura e o repolho, depois de triturar juntei a cenoura e o repolho cortados fininhos, o azeite e deixei cozer mais um pouco.

domingo, 14 de novembro de 2010

Em época de marmelos marmelada...

Pois é este ano já pensava que não iria fazer marmelada, porque com a vida atribulada dos ultimos tempos, não temos ido á quinta e quando fui encontrei os marmelos todos no chão, mas como quem tem amigos não morre debaixo da ponte, cá veio ter a casa directamente de trás-os-montes um belo saquinho deles.

A receita para mim e depois de várias pesquisas é sempre a mesma, ainda estive tentada a fazer uma com uma amostra de açúcar, mas a Moirinha fez o favor de me alertar que essa é só para bimbólicas o que não é o meu caso.

Assim fiz dois kg á minha maneira, isto é, á maneira da minha mãe e experimentei fazer uma na panela de pressão, como já vi e ouvi por aí que também fazem, pois o resultado ia sendo desastroso, não fosse eu estar por perto, é que logo que o bilro começou a andar desatou a espumar e a espuma a transformar-se em liquido meio gelificado na tampa da panela!!!!! tive que desistir da ideia e abrir a dita cuja e deixar a coisa ferver com a panela aberta.

Para mim a versão das que já fiz e provei a minha é a melhor :-) modestia á parte, cada um gosta do que gosta.
Já tenho por aqui a versão passo a passo, desta vez medi a quantidade de água e deixo mais uma foto ou duas.

2 kg de polpa de marmelo
1,5kg de açúcar
0,5l de água.

Primero levo a cozer os marmelos com a casca e tudo, cozem muito rápidamente depois da água estar a ferver são uns minutitos.

Retiro-os da água, deixo arrefecer e descasco, muito mais fácil do que descascar em crú.
Parto aos pedacinhos e passo pelo passe-vite e guardo o puré.

Entretanto meto o açúcar junto com a água ao lume a ferver e fazer ponto, junto aqui o puré e deixo ferver um pouco, aqui o tempo depende se queremos que a marmelada dê fatia ou seja para barrar.
Resulta uma marmelada douradinha, com um sabor muito suave.

Em contrapartida a marmelada que fiz na panela de pressão, mas que não resultou e acabei com a panela aberta, fiz com as mesmas quantidades, só que descasquei os marmelos em crú e juntei tudo ao mesmo tempo, marmelo, açúcar, água e no fim triturei com a varinha, resultou uma marmelada mais vermelha, com uma textura diferente, mais lisa e de sabor mais intenso mas não quer dizer que sabe mais a marmelo.
Eu fico com a minha versão e ao pouco e pouco vou retirando uma gramita de açúcar de ano para ano.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Pizza com queijo feta

Mais umas pizzas, caseirinhas, massa diferente ingredientes semelhantes.

Cá em casa não adianta fazer pizzas com muitos ingredientes diferentes porque se não o pisco começa a escolher tudo e por de lado, o fiambre e o queijo são os reis da pizza para ele.

Desta vez fiz a do costume bem simples e fiz umas pequenas um pouco diferentes para os crescidos.

A diferença está nos pikles e no queijo feta, que tinha por aí desde a época dos tomates e tinha que ser gasto

A massa foi igual a uma que já fiz antes, só substitui a farinha integral por outra..

200 ml de água
1 colher de chá de sal
2 colheres de sopa de azeite
100 gr de farinha de trigo integral (usei preparado próprio para pão integral )
220 gr de farinha tipo 55
1 medida pequena mal cheia de fermento ramazzotti (colher que vem com a máquina de fazer pão, corresponde a uma colher de chá)

Seleccionar o programa de massa da máquina de fazer pão.

Logo que acabou transferi a massa para o tabuleiro do forno untado com azeite e estiquei muito bem a massa, de modo a cobrir todo o tabuleiro, com o cortador de pizza, cortei os bordos mais grossos para ficar a massa toda fininha.

O recheio foi como já tinha dito o do costume.
Polpa de tomate caseira, fiambre, queijo mozzarella ralado, pikles e queijo feta e pedacinhos de tomate fresco.

Ficou excelente para mim e para o mais pequeno, o marido reclamou de falta de substrato, ou seja massa fina de mais.

domingo, 7 de novembro de 2010

Pasteis de atum no forno

A minha mãe sempre me disse que eu tenho mais olhos que barriga, ou seja não posso ver nada, que quero logo comprar ou fazer para provar, nem que depois não goste, não foi o caso destes pasteis maravilhosos, assim que os vi no blog da Claudia a rirem-se para mim


fiquei logo em pulgas para fazer, só tinha a dúvida se iria encontrar o queijo de que ela fala, porque nunca o tinha visto por cá e sem saber que tipo de queijo é, poderia não sair bem.
Mas afinal foi fácil encontrei logo no sitio do costume, queijo ricota.

A vontade de os fazer foi não só pelo recheio que eu adoro, mas principalmente pela massa, só de queijo e farinha, sem ponta das gorduras habituais neste tipo de massa e também porque me fizeram lembrar um pastelão de atum que costumo comer numa pastelaria da Covilhã sempre que lá vou e que adoro.

A receita dela que eu cumpri á risca, para não falhar nada fiz apenas uma pequena proporção para a farinha, porque a embalagem de queijo de cá tem 250 gr em vez dos 300gr que a receita manda.

1 embalagem de queijo ricota 300gr
250gr de farinha
sal a gosto
Gema de ovo para pincelar.

Primeiro transferi o queijo para uma taça grande e juntei a farinha pouco a pouco, primeiro amassei com uma colher de pau e depois com as mãos, a farinha juntei pouco a pouco, para ter a noção de quando a massa estaria pronta para esticar sem se colar ás mãos, o sal não meti, porque provei em cru e não me pareceu precisar, mas quando se prova depois de cozido sente-se a falta de uma pitadinha, mas o marido disse logo que não lhe faz falta...

O recheio foi mais ou menos á minha maneira.

1 cebola média
2 dentes de alho picadinho
1 lata de atum pequena 120gr
1mão cheia de azeitonas
1 fatia pequena de pimento vermelho
1 cubo de polpa de tomate caseiro
Azeite q.b.
Meio copo de vinho branco

Tudo muito picadinho a refogar no azeite, refresquei com um bocadinho de vinho branco, para não fritar a cebola e porque estava a ficar muito seco.

Depois foi só esticar a massa na pedra enfarinhada e cortar rodinhas com um copo, uma nota é que esta massa estica-se que é uma delicia.
Em cada rodinha meti uma colher de chá do recheio e foi até acabar a massa e o recheio que por acaso acabaram mais ou menos ao mesmo tempo.
Por num tabuleiro forrado de papel vegetal e pincelar com gema de ovo dissolvida num pouco de leite

Cozi em forno pré-aquecido a 200º mais ou menos 20 minutos

Os meus pasteis ficaram pequeninos, tamanho de rissois e deu 24 pasteis, mas isso depende do tamanho do copo que se usa para cortar a massa.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Lasanha de atum

Nunca tinha experimentado as folhas de lasanha frescas, quando fazia lasanha, normalmente usava as placas embaladas, secas.

Estas ficam muito melhor, vale bem a diferença do preço, ficam muito mais macias.

Para o recheio fiz um refogado vulgar

1 cebola grande
3 ou 4 dentes de alho picadinho
1 cenoura grande
1 frasco de cogumelos laminados
1 frasco de polpa de tomate caseiro (+/-250gr)
1 lata de atum grande 350gr
Azeite q.b.

Molho bechamel:
40 g de manteiga
30 g de farinha(2 colheres de sopa)
1/2 l de leite
sal e pimenta q.b.

1 embalagem de placas de lasanha fresca.
Queijo ralado q.b.

Para o recheio é só fazer o refogado dos ingredientes todos, até a cebola estar bem transparente e o atum junta-se só fim para não ficar em papa.

Entretanto faz-se o molho bechamel, ou quem preferir usa de compra já prontinho, eu prefiro fazer.
Derrete-se a manteiga em lume brando, incorpora-se a farinha e adiciona-se o leite quente, mexendo continuamente ate levantar fervura. Deixa-se fervilhar durante cerca de 10 minutos em lume muito brando para cozer a farinha, retira-se e tempera-se com sal e pimenta a gosto.

Depois é so montar a lasanha.

Por um bocadinho de molho a cobrir o fundo do pirex e por cima coloca-se uma placa de massa, e por cima recheio e assim sucessivamente até acabar, o ultimo deve ser uma placa de massa coberta de bechamel e polvilhada de queijo ralado.

Vai ao forno o tempo necessário para cozer a massa, eu deixei menos tempo do que a indicação da embalagem que me pareceu exagerada e ficou bem cozida.
As minhas nunca ficam tão cremosas como as que se compram feitas, mas prefiro as minhas, porque concerteza tem menos farinha gordura e principalmente aditivos.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Tarte de maçã com vinho do porto e canela

Em época de maçãs, eu tenho a garagem cheia delas, não são da minha quinta, porque essas ganham proteinas demais e não se conseguem comer, estas vieram de uma zona de maçã por excelencia cá no burgo, a zona de Moimenta da Beira, de uns primos.
Por isso e antes que se estraguem há que procurar coisas para as gastar, para além do puré e das maçãs assadas tenho feito uns bolinhos e esta tarte fui buscá-la á turbolenta do petiskaky.

3 maçãs reinetas(usei golden)
250 grs de açúcar
100 gr de margarina (ou manteiga) eu usei manteiga de soja.
5 ovos
1 colher sobremesa rasa de canela
½ cálice de vinho do Porto seco(usei geropiga)
200 gr farinha Branca de neve superfina
Manteiga para barrar a forma e farinha para polvilhar

Bater muito bem os ovos inteiros, com o açúcar, a manteiga derretida, o Vinho do Porto e a canela, até a massa fica espumosa e com bolhas. Eu substitui o vinho do porto por geropiga, porque foi o que encontrei cá em casa, mas afinal havia nagaragem também umas garrafas de vinho do porto caseiro, fica para a próxima.

Depois junta-se a farinha de uma só vez e bate-se mais um bocadinho com a máquina.

Deitar esta massa numa forma ou tabuleiro untado e polvilhado de farinha e por cima dispôr uma camada de maçãs descascadas e cortadas em gomos não muito finos, eu meti só uma camada e se tivesse levado mais ficaria ainda melhor.

Polvilha-se com açúcar e vai ao forno, com ventilação basta 180º e deixar cozer, o tempo depende do tamanho da forma, verificar com um palito para confirmar.

Fica um bolo fofo, mas com uma certa humidade no cimo pelas maçãs e um certo crocante pelo açúcar tostado em cima.

O filho para variar pede para provar no dia seguinte, mas nós dois nem precisamos da ajuda dele para acabar com o bolo em dois dias, fica muito bom.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Bolo de fubá cremoso

Já há algum tempo que andava para experimentar um bolinho de fubá, já que tinha alguma curiosidade por ouvir falar tanto.
Fui á procura de uma receita e no livro que a amiga  Neyma me ofereceu quando eu fui ao brasil, até tinha lá três, mas resolvi experimentar uma dela mesmo, por ela já a ter testado.

Nesta receita ela utilizou frutose, eu substitiu por açúcar e fui verificar a receita original de onde ela retirou, para saber a quantidade de açúcar a utilizar.
4 ovos 
4 chávenas de leite

3 chávenas de açúcar
2 colheres de farinha de trigo
1 chávena e meia de fubá
2 colheres de marganina
100 g de queijo ralado
100 g de coco ralado
1 colher de fermento em pó

Na receita diz para colocar tudo no liquidificador e bater por alguns segundos, no meu não cabia a quantidade toda, pelo que bati primeiro com a batedeira e depois meti por duas vezes no liquidificador.
 
Eu coloquei num tabuleiro em vez de uma forma, porque a quantidade de massa era muito grande e achei melhor fazer no tabuleiro, untado e polvilhado com farinha.

Levei ao forno a 230º durante 40 minutos.

Ficou todo em creme, apenas com uma crostinha do coco ficou muito bom, delicioso mesmo.

A fotografia que a Neyma apresenta não tem nada a vêr com a minha, ainda que ela diga que o bolo fica meio mole, o meu ficou mais em creme que queijada mesmo e penso que não foi pelo tempo de cozedura, porque qualquer bolo a esta temperatura e em tabuleiro cozeria em bem menos tempo.

Não sei se este será o verdadeiro original bolo de fubá, mas que ficou bom ficou.