domingo, 25 de março de 2018

S. Petersburgo a rainha do norte 2º dia

Segundo dia em S. Petersburgo, venham comigo dar uma vista de olhos, pela cidade.

Neste dia tivemos que levantar cedo para aproveitar ao máximo o que a cidade teria para nos oferecer, saímos então de autocarro para o Palácio de Catarina.


Este é um palácio estilo Rococó da Rússia, que serviu de residência de Verão aos Czares.


Fica localizado na cidade de Tsarskoye Selo (Pushkin durante o período soviético), 25 quilómetros a Sudeste de São Petersburgo.




Antes da entrada no palácio um anfitrião para nos dar as boas vindas.
Para entreter os visitantes enquanto se espera na fila para entrar

E para que não se suje nem risque o chão

A escadaria de entrada






Tanto ouro que até ofusca ( só para os trabalhos de acabamento externo foram utilizados mais de 100 kilos)


Salas e mais salas






E quem não gostava de ter uma lareira (fogão) assim em cada divisão da casa


Nessa sala onde vamos entrar é proibido tirar fotografias, eu estiquei-me para tirar uma da porta e só no fim me lembrei se houvesse câmaras de vigilância ainda me confiscavam a máquina , mas não aconteceu nada

É a Sala de Âmbar, completamente pilhada na segunda guerra mundial, e reconstruída depois disso, é toda revestida em pequenas peças de âmbar, formando verdadeiras obras de arte, foi reinaugurada só em 2003.

Esta é uma sala completamente revestida de pinturas, só que tem um pormenor os quadros foram cortados se assim desse jeito, porque o que importava ao arquitecto aqui era a simetria dos painéis e não as obra de arte em si assim vêem–se pinturas em que falta metade da pessoa ou da arvore por ex.

Esta salinha mais simples faz parte da ala dos criados.


As traseiras do palácio e os seus jardins









Daqui fomos para Peterhof , o palácio preferido de Pedro o Grande para as suas festas de verão, é conhecido também pela Versalhes Russa e encontra-se a 20 km de S. Petersburgo virado para o golfo da Finlândia.

Águia bicéfala, símbolo dos Romanov, aqui está na realidade tricéfala, mas tem um mecanismo tipo cata-vento, que permite ver sempre só duas cabeças de onde quer que se esteja.

Ao longo dos vários hectares de parque, tem mais de cento e vinte fontes, todas elas de grande beleza e imponência.

Todo o conjunto merece uma visita atenta, tanto pelo luxo dos interiores como pela magnificência do parque.

A Grande Cascata, prolonga-se por um grande canal, o Canal do Mar, até ao Mar Báltico.








Uma curiosidade acerca das fontes, é provavelmente, a maior realização tecnológica de Peterhof e consiste no facto de todas as fontes funcionarem sem o uso de bombas.

A água é fornecida por nascentes naturais e recolhida em reservatórios situados nos Jardins Superiores.

A diferença de elevação cria a pressão que activa as fontes dos Jardins Inferiores, incluindo a Grande Cascata.













O palácio no alto


 E o Golfo da Finlândia ao fundo


Antes de ir para a última visita programada e como prescindimos do almoço (trouxemos pic-nik do barco), tivemos ainda tempo para dar uma espreitadela ao metro.Descemos numa das estações que a guia disse ser das mais bonitas e saímos noutra igualmente bonita, aqui fomos aconselhados a não levar as máquinas fotográficas, primeiro por causa dos roubos, visto que seriamos um grupo que não daria nada nas vistas e segundo porque é proibido tirar fotografias e a guia disse que se fossemos apanhados pela policia a tentar tirar alguma nos tirariam a máquina.

Isto explicou ela deve-se ao facto de o metro estar classificado como zona militar, em caso de ataque serve de bunker de protecção.

Nas duas estações que vimos, quase todas as esculturas e obras de arte têm temas ligados á política e a símbolos comunistas.

Estas duas fotografias, não são por isso minhas, mas procurei e encontrei na net uma das estações onde descemos foi esta primeira, em que as primeiras colunas que se vêm são revestidas a vidro todo trabalhado e metal.

 Outra também bonita

Visitámos ainda a fortaleza de S. Pedro e S. Paulo que tem uma catedral com o mesmo nome, onde se encontram as tumbas com os restos mortais do ultimo Czar da Rússia Nicolau II , da sua família e também dos empregados que os acompanharam nos últimos dias no cativeiro antes de serem executados.



A igreja de S. Pedro e S. Paulo








 As várias tumbas











Uma Praia pequenina, na parte de fora da fortaleza, usada pelos habitantes locais por ser abrigada do vento frio.


Para a despedida desta cidade, digno de referencia é a manobra feita pelo navio para sair do estreito canal (para ele navio).
Vai de frente até quase bater na ponte e depois roda sobre si mesmo.








 e lá vai ele deixando S. Petersburgo para trás.









E a despedida das noites brancas,com o por do sol depois da meia noite.




Esta foi a minha visão relâmpago da bela S. Petersburgo, apesar do tempo no primeiro dia ter estado cinzentão e da correria, gostei, uma cidade enorme, monumental fica o sabor a pouco.

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2 comentários:

  1. Na altura faltou-nos visitar o Palácio de Catarina, mas o tempo não chegou...
    Continuo a recordar e claro, a adorar as fotos.

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  2. Que viagem fantástica. As fotos estão lindas,...
    Feliz Páscoa,...
    Beijinhos,
    Espero por ti em:
    strawberrycandymoreira.blogspot.pt
    http://www.facebook.com/omeurefugioculinario
    https://www.instagram.com/marysolianimoreira/

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