domingo, 31 de março de 2013

Folhados de farinheira

Este é um dos petiscos que nem precisamos receita, deliciosos, fáceis e que ficam sempre bem numa travessa de entradinhas e se estiverem ainda quentinhos são uma delicia.

Estes são de farinheira, mas se for de alheira, ou mesmo morcela, penso que também ficarão bons.

1 placa de massa folhada rectangular
1 farinheira
1 gema

Primeiro cozer a farinheira e deixar arrefecer um pouco.

Desenrolar a placa de massa folhada e colocar quase na ponta a farinheira sem a pele, eu por acaso enganei-me e comprei uma redonda...

Enrolar e cortar em tirinhas do tamanho desejado, pincelar com a gema de ovo.

Levar ao forno a 200º durante mais ou menos 20 min ou até a massa estar bem folhada e douradinha.

Esta quantidade deu só 8 rolinhos, até porque eu enganei-me e comprei uma massa redonda e não quadrada, por isso deu menos quantidade e a farinheira não era muito grande.
Para fazer uma quantidade razoável para mais pessoas o dobro será o ideal.

quarta-feira, 27 de março de 2013

O verão das nossas vidas

Mais uma escritora que acabei de descobrir e que gostei muito, num mês li dois livros dela, comprei no tal sitio do costume e ficaram os dois pelo preço de um, numa promoção de 60%

Quando aparecer mais algum comprarei, porque é daqueles livros que nos prende e uma escrita muito fácil, daqueles mesmo bons para ler nestes tempos de crise, para desanuviar o espírito.

e

Os dois que li, encontrei-os á venda no Wook um site do qual tenho agora publicidade no meu blog, porque depois de o consultar achei que tem preços tão bons como o tal sitio do costume e muito mais cómodo de consultar e comprar, por ex este a minha verdade é o amor que está com um preço muito competitivo com o sitio do costume, será a minha próxima compra, aqui neste site.

Imagem retirada do site wook

Sinopse
Capri: uma ilha lendária, mergulhada em sabedoria e mistérios seculares…
Uma mulher que aprende finalmente a confiar na vida e no amor…
Mãe e filha, separadas durante anos, à procura de uma forma de enfrentarem juntas o futuro…

Há dez anos, Lyra Davis deixou para trás as pessoas que mais amava, incapaz de reconciliar as expectativas da família com as aspirações do seu próprio coração. Agora vive tranquilamente no meio de uma comunidade de expatriados em Capri, aprendendo devagar, com cuidado e pela primeira vez, a viver em pleno, desabrochando graças à amizade de um homem único que reconhece nela a sua alma gémea.
Em Newport, Rhode Island, Pell Davis está preparada para assumir o seu lugar entre a elite local. Porém, tanto ela como a irmã mais nova, Lucy, ainda suspiram pela mãe que as abandonou quando eram crianças, para serem criadas pelo pai que as adorava. Pell acha que conhece os motivos da sua mãe, que julgava poder amá-las melhor se partisse. Mas agora, com o pai morto, Pell decide atravessar o oceano para encontrar a mãe de quem se recorda e as verdades escondidas que Lyra nunca fora capaz de contar…
Sentimental e inesquecível, O Verão das Nossa Vidas revela como um romance improvável dá nova forma ao significado do amor e uma família resiste ao reavivar de memórias para encontrar um novo caminho.
O Verão das Nossas Vidas de Luanne Rice

Críticas de imprensa
«Irresistível… A narração é tão viva que quase se sente o cheiro a maresia.»
Orlando Sentinel

«Ambientado em Capri, este é um romance tocante e inesquecível.»
Publishers Weekly

«Luanne Rice tem conquistado milhões de leitores ao envolvê-los em romances marcados pelos dias quentes e salgados do Verão…»
USA Today

«Este livro ensina-nos o verdadeiro significado do amor e do perdão.»
Booklist

«Um romance profundamente emotivo sobre o amor, a família, a amizade e a importância da reconciliação.»
Hartford Magazine

«Uma história inesquecível que nos diz que, às vezes, para enfrentar o futuro é preciso fazer as pazes com o passado.»
WOW, The Women on the Web

sábado, 23 de março de 2013

Queques de cenoura

Esta receita não é que tenho no meu caderninho de sempre, mas é uma mais simples e adaptada para robot de cozinha, quer se queira ou não são uma grande ajuda  e meio viciantes, se podemos fazer tudo no mesmo copo para quê sujar, balança, batedeira, ralador e uma ou duas taças...

250 gr de cenoura
4 ovos
200 gr de açúcar
220 de farinha
80 gr de óleo
30 gr de leite
1 colh. chá de fermento.

Descascar a cenoura, ou retirar só as pontas e nós, eu descasquei.

Meter no copo da máquina e programar 15 seg vel.9 para ralar, retirar do copo e reservar.

Meter a borboleta.

Juntar os ovos, o açúcar, o óleo e o leite e programar 1 min. vel.6.

Juntar a cenoura e misturar uns segundos vel.3

Juntar por ultimo a farinha e misturar 30 seg vel.3.

Verter para forminhas de silicone e levar ao forno a cozer durante 30 min a 200º.
Ficaram com uma consistência excelente, muito bons.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Canelonis

Canelonis e lasanha feitos cá em casa é coisa que ainda não consegui encontrar o ponto, a receita ou sei lá o quê, já fiz várias vezes e nunca fiz nenhuma que eu gostasse na totalidade, pensava que era falta de molho bechamel e natas, mas não me parece que seja esse o motivo.

O resultado fica sempre meio seco e meio duro, coisa que nas que comemos em restaurantes ou mesmo nas compradas feitas em supermercados não acontece.

300 gr de carne de porco picada
300 gr de carne de vitela picada
1 cebola grande
Polpa de tomate caseira q.b.
Sal, colorau e pimenta a gosto

Molho bechamel receita do livro do meu robot de cozinha
60 gr de Farinha
500 ml de leite
60 gr de manteiga
sal, pimenta e noz moscada a gosto
200 gr de natas

Esta carne foi a empregada que estufou e ficou com um molho pouco apurado e como eu queria encher os canelonis com a carne fria, não lhe mexi mais, escorri o molho aguado e enchi assim mesmo, porque também pensei que com o molho bechamel a coisa se resolvesse.

Coloquei os canelonis cheios num refractário  e cobri com o molho bechamel que fiz no robot, metendo todos os ingredientes, excepto as natas no copo da máquina é só programar 4 min. 90º  vel.4.
Depois juntam-se as natas e programa-se mais  30 seg. 90º  vel. 4

Cobrir os canelonis com o molho e polvilhar com queijo ralado, o que eu tinha não era mozzarella.

A massa até ficou bem cozida, mas mesmo assim com tanto molho, ficaram secos, com falta de qualquer coisa...penso que o que faltou foi mesmo polpa de tomate e um molho mais cremoso na carne, porque molho bechamel e natas tinha suficiente...

Já tenho umas placas para lasanha no armário.... não desisto fácil....se alguém tiver alguma sugestão para este problema....


domingo, 17 de março de 2013

Pão rustico cozido no forno

Já há muito tempo que temos máquina de pão e temos utilizado bastante, mas sempre no programa completo, amassar, levedar e cozer, nunca tinha cozido o pão no forno.

Agora decidimos experimentar, para mudar a forma do pão, porque na máquina fica sempre da mesma forma, tipo tijolo, assim podemos fazê-lo redondo, comprido ou pequeninos, uma ideia da amiga Gina que coze sempre no forno.

A receita é do marido, porque desde o inicio foi ele que assumiu o comando da panificadora cá de casa e foi experimentando varias combinações. Estes dois pães foram feitos com as mesmas quantidades e tipos de farinha.

O fermento é pouco, só metade da medida pequenina da colher que vem com a máquina, porque usamos uma parte de farinha própria para pão que já tem fermento, sal ele aboliu, porque como nunca se come o pão sem nada, o acompanhamento já tem por norma sal mais que suficiente.

400 ml de água
500 gr de farinha tipo 65
200 gr de farinha para pão rústico
1/2 colher pequenina de fermento ramazzotti

Meter os ingredientes todos na cuba da máquina pela ordem descrita e programar massa, na minha máquina é o programa 8 que amassa e leveda.

Depois é só retirar a massa e dar a forma desejada, colocar num tabuleiro com ou sem tapete de silicone polvilhado com farinha.

Levar ao forno pré-aquecido a 200º durante pelo menos 30 minutos. Para o pão comprido foi suficiente, para o redondo, primeiro que fiz não foi, ficou com a parte do fundo ligeiramente maçuda, precisava mais 10 minutos.

Para a próxima vou fazer pães mais pequenos.


quarta-feira, 13 de março de 2013

Queijadinhas de leite

Estas queijadinhas têm grande tradição na minha casa, digo casa da minha mãe, porque quando nós éramos pequenos eram presença em muitos fins de semana e tinhamos bolinhos para uns dias se não aparecessem amigos para derreter tudo num dia, era exactamente assim que ela fazia, sem tirar uma única graminha de açúcar e era assim que nós as adorávamos  agora como estamos a ficar velhos e não convém comer muito açúcar porque se não ele vai para sítios indesejáveis.... eu cortei algum ou seja 100gr.

O nome não sei se é o mais adequado, porque de queijo não têm nada, mas era assim que sempre lhe chamámos e é assim que ainda chamamos, por isso...queijadinhas..


8 ovos
800 gr de açúcar
1 l de leite
200 gr de farinha
120 gr de manteiga.
2 colheres de chá de fermento

Pelo método tradicional, dizem as regras que devemos bater em primeiro os ovos com o açúcar e em seguida juntar a manteiga derretida, depois envolver a farinha com o fermento e só no fim juntar o leite, para não formar grumos.

Eu fiz no meu robot de cozinha e fiz pela mesma ordem.
De inicio meti ovos, açúcar e manteiga e programei 2 min 40º  vel.5, para derreter a manteiga.
Depois juntei a farinha e programei mais 2 min sem temperatura vel.5 e nestes 2 min fui juntando o leite.

A massa fica meio liquida, se não tiver formas em quantidade suficiente para cozer tudo de uma vez só, convém ir mexendo entre fornadas, porque a farinha tem tendência a depositar e a manteiga a vir ao cimo.

Deitar em forminhas untadas e polvilhadas de farinha se forem das antigas de alumínio  se for nas de silicone nem é preciso untar.

Ficam deliciosas, de comer e chorar por mais :-)

domingo, 10 de março de 2013

Mini pizzas em pão de forma

Cá em casa não somos muitos adeptos de pão de forma, nem muito nem nada, mas uma vez comprei para experimentar uma receita com ovos e sobrou, como nem o pequeno gosta ao contrário de todas as crianças e não o quer, resolvi inventar para não se desperdiçar nada.

Assim fiz estas mini pizzas, simples só com o que tinha á mão.

Fatias de pão de forma
Polpa de tomate (caseira)
Fiambre
Queijo mozzarela ralado

Barrar cada fatia com a polpa de tomate, colocar em cima de cada uma fiambre e por cima o queijo ralado.

Levar ao forno pré aquecido a 180º durante 10 min., ou só o tempo necessário para derreter o queijo e tostar ligeiramente o pão.

Fica um belo petisco para lanche ou entrada.

O Recheio é a gosto ou com o que se tiver á mão, tal como nas outras pizzas, chourição, cogumelos....

sexta-feira, 8 de março de 2013

Arroz doce com leite creme

Mais um arroz doce que fiz no meu robot de cozinha, este com leite creme de pacote, é uma coisa que muitas pessoas utilizam e eu nunca tinha experimentado.

A receita encontrei-a por aí nas páginas dos robots de cozinha, nem digo nomes, porque não sou paga para fazer publicidade e resolvi abolir nomes por aqui, fica á imaginação de cada um que robot será...

1 litro de leite
170 gr de arroz
Casca de limão (esqueci..)
1 pacote de leite creme
200 gr de açúcar
200 ml de leite

Primeiro meter o leite com a casca de limão e o arroz no copo e programar 15min. 90º vel.2

Depois retirar a tampa e misturar com a espátula, para não agarrar.
programar mais 25 min. 90º vel.2

Numa tigela misturar o pó do leite creme com o açúcar e misturar com o leite, juntar ao arroz e programar mais 10min. 90º vel.2

Deitar em tacinhas, deixar arrefecer um pouco e polvilhar com canela.

Ficou saboroso e cremoso, mas um pouco all dente, não sei se por culpa da máquina ou do arroz.

domingo, 3 de março de 2013

Arroz de cogumelos Portobelo e Coentros

Há já muitos anos que deixei de comer cogumelos selvagens, uma coisa que adorava e com arroz era um petisco, um verdadeiro manjar dos deuses, mas desde que comecei a trabalhar em hospital e comecei a ver os intoxicados com estes cogumelos aparecerem e ficarem sem fígado de um dia para o outro, não contando com os que nem ficam para contar como foi, decidi eliminar esse petisco da minha cozinha.

Um dia destes lembrei-me de comprar uns Portobelos, com um ar mais rústico que os vulgares cogumelos de paris para experimentar fazer o dito arroz, não é a mesma coisa, mas que ficou um arroz muito bom ficou, delicioso mesmo.

250gr de cogumelos portobelo
1 copo de arroz carolino
Cebola
Alho 
Tomate
Azeite 
1 cubo Knorr de galinha
100ml de vinho
Coentros.

Primeiro fiz um bom refogado com a cebola, alho, tomate e azeite.

Juntei os cogumelos partidos em pedaços aos quais retirei a pele, envolvi e quase ao mesmo tempo juntei o arroz para absorver o molho e juntei um pouquinho de vinho branco e mexi durante um pouco até evaporar o vinho e sempre mexendo fui juntando a água a ferver (o triplo da quantidade de arroz).

Deixei em lume brando durante 10 minutos e aí juntei uma boa mão cheia de coentros e mexi, apaguei o lume e deixei só mais uns minutinhos para absorver mais um pouco a água.